Na Marvel Comics, cocriou personagens como Justiceiro (que começou como vilão na revista do Homem-Aranha e, com o tempo, virou anti-herói), Lápide, Tarântula e Chacal (também vilões do Escalador de Paredes), Ben Reilly (o clone do Homem-Aranha - que, depois, se tornou o herói Aranha Escarlate), Carol Danvers (que, mais tarde, viraria a Ms. Marvel e, depois, a Capitã Marvel), Lobisomem na Noite, Homem-Coisa, dentre muitos outros.
Sobre o personagem Justiceiro - mais especificamente quando policiais norte-americanos utilizavam, com orgulho, o símbolo do personagem -, Conway disse que "nunca achei que Justiceiro fosse um dos mocinhos... Ele é alguém que emerge do nosso subconsciente e age em nosso nome, sendo, na verdade, um símbolo da decadência cultural".
Já na DC, foi cocriador de personagens como Nuclear, Poderosa, Vixen, Jason Todd (o segundo Robin), Esquadrão Atari e também foi responsável pelo roteiro do primeiro crossover entre Superman e Homem-Aranha (que está sendo republicada para celebrar o recente novo crossover) - e, talvez, o que pode ser considerada sua obra mais subestimada: a minissérie em duas partes "Cinder & Ashe" (com arte do veterano José Luis García-López).
Na parte do audiovisual, coescreveu o cultuado longa animado "Fogo e Gelo" (ao lado de ninguém menos que a lenda Roy Thomas), assim como criou a trama do filme "Conan - O Destruidor" (também ao lado de Thomas). Na TV, escreveu roteiros e produziu séries de sucesso como "Lei & Ordem", "Hércules" (estrelada por Kevin Sorbo) e a "Batman - A Série Animada".
Recentemente, voltou a escrever roteiros de quadrinhos de personagens como Nuclear, Homem-Animal, Homem-Aranha, Justiceiro, Carnificina e até uma edição especial de "O Que Aconteceria Se...?" estrelada por Gwen Stacy.
O autor deixa a esposa Laura Beth Conway e dois filhos de casamentos anteriores. Descanse em paz.
Fonte: Bleeding Cool (via site oficial)
