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"Sempre fui profundamente curiosa sobre quadrinhos enquanto forma de arte devido à sua capacidade de conter contradições - possivelmente melhor do que qualquer outra mídia. Isso se tornou especialmente significativo para mim enquanto escrevia 'Chachu', que surgiu dessa tensão entre lamentar minha juventude enquanto ainda a tenho e um desejo incessante de amadurecer o quanto antes", diz Iman Vellani sobre as inspirações da trama.
"Desde a primeira leitura do roteiro de Iman [Vellani], eu já conseguia visualizar esse mundo dos anos 1970 se revelando através de reflexos em óculos de sol e retrovisores, emergindo lentamente em meio à fumaça de cigarro e luzes de neon. Tentei capturar a jornada de Leila e Chachu através de tons de preto intensos e um estilo gráfico que ainda transmitisse emoção e uma narrativa profunda. Ver minhas páginas ganharem vida através das cores de Jordie [Bellaire] tem sido maravilhoso - ela trouxe uma atmosfera incrível, calor e profundidade cinematográfica a cada cena", explica Marianna Ignazzi sobre o estilo da arte da graphic novel.
"Foi um imenso privilégio criar minha primeira série original ao lado de um grupo tão talentoso de colaboradoras, que me desafiaram e me apoiaram de maneiras que tornaram este quadrinho muito melhor do que qualquer coisa que eu pudesse ter imaginado sozinha ou em terapia", encerra Vellani.
Fonte: Image Comics (via press-release)
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