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    quarta-feira, 22 de julho de 2015

    CRÍTICA [CINEMA] | "Pixels", por Kal J. Moon

    Adam Sandler nunca foi uma unanimidade entre os amantes de cinema. Há quem curta seus filmes e há quem deteste com veemência, rancor e requinte de crueldade.

    Para o bem ou para o mal, "Pixels" é mais um filme COM Adam Sandler no elenco do que um típico filme estrelado pelo comediante...

    Diversão X Entretenimento

    Na trama, quando seres intergalácticos interpretam um arquivo de vídeo com imagens de clássicos jogos de fliperama como uma declaração de guerra, eles atacam o planeta Terra usando esses jogos como modelos para suas várias ofensivas.


    O Presidente dos EUA Will Cooper (Kevin James, de "Segurança de Shopping") busca ajuda de seu melhor amigo de infância Sam Brenner (Adam Sandler), um campeão de competições de vídeo-games nos anos 1980 - e agora um instalador de home theater - para liderar uma equipe de jogadores veteranos (Peter Dinklage e Josh Gad - este último de "Os Estagiários") que devem derrotar os alienígenas e salvar o planeta.

    Eles ainda vão contar com a ajuda da Tenente-Coronel Violet Van Patten (Michelle Monaghan, do seriado "True Detective"), uma especialista em tecnologia que irá fornecer aos gamers as armas exclusivas para lutar contra os alienígenas.

    Independente de taxar "Pixels" como um filme essencialmente ruim - longe disso -, existem alguns problemas de estrutura nítidos que comprometem o entretenimento. Mas sabe quando falta alguma coisa que poderia fazer desse um filme épico? Pois é...

    É divertido? Em algumas partes, sim. Principalmente se o espectador for um profundo conhecedor da cultura pop da década de 1980. Caso contrário, algumas (boas) piadas não farão o menor sentido. Mesmo!

    O elenco coadjuvante não faz feio mas o grande destaque vai mesmo para Peter Dinklage (mais conhecido por seu papel de Tyrion Lannisyer no seriado "Game of Thrones"). Apesar de seu personagem não ser um heroi - mesmo estando do lado dos mocinhos -, Dinklage faz o espectador RIR ALTO com seus trejeitos propositadamente exagerados, como seria alguém que não conseguiu deixar a década perdida para trás.


    Prestem atenção também na trilha-sonora incidental criada por Henry Jackman, que estabelece um clima bem heróico - mas com um certo saudosismo - ficando ao lado das experimentações feitas por ele em filmes como "Kick-Ass", "X-Men - Primeira Classe" e "Capitão América - O Soldado Invernal".

    Os efeitos especiais são bem desenvolvidos, feitos em favor da trama e não como um caro adereço.
    Resumindo: Diverte? Sim. Entretém? Mais ou menos. Zere o cérebro, assista e tire suas próprias conclusões.


    Kal J. Moon sempre "morria" na mesma fase de "River Raid". Maldito Atari!
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