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    quinta-feira, 29 de setembro de 2016

    CRÍTICA [MÚSICA] | Kansas - The Prelude Implicit, por Andreas Cesar.

    Não é toda banda que chega tão longe quanto o Kansas, sendo uma das bandas mais importantes do rock n' roll mundial. E definitivamente não são muitas que chegam ao seu 15° álbum e continuam extremamente afiadas. A mudança de vocalista e tecladista, com a saída do mito Steve Walsh (fundador da banda), não incomodou no som da banda, que fez um álbum consistente. Vale citar que Ronnie Platt tem uma voz muito parecida com Walsh.

    A banda mantém o alto nível de suas composições, com letras e harmonia muito boas durante todo o disco. A inspiração definitivamente não morreu, diferindo de muito do que a banda já fez.

    A frase "Panela velha é que faz comida boa" se aplica totalmente ao Kansas em seu novo álbum

    A guitarra está excelente no álbum, com riffs e solos poderosos. Rich Williams e Zak Risvi fizeram um ótimo trabalho. A bateria de Phil Ehart também conta com passagens muito bacanas durante as músicas, com direito a viradas excelentes. Um grande destaque deve ser dado a David Manion, que arrebentou no piano e órgão, sendo um grande elemento do disco. O violino de David Ragsdale é bom, assim como o baixo de Billy Greer, com seus momentos de grandeza durante o disco. Ronnie Platt, como já dito antes, substituiu bem Steve Walsh, e apesar da saudade, o Kansas está muito bem de vocalista. Todos os músicos estão impecáveis. O baixista, Billy Greer, também canta em "Summer", provando que bem podia ser o vocal principal da banda, estando no mesmo nível de Platt.



    Uma música muito tocante do álbum é "Refugee", tanto pelo momento político que se passam os refugiados na Síria, quanto pela sua incrível letra. Comparo essa música à incrível "Dust in the Wind", curta, bela, tocante, uma das melhores do Kansas. Sem dúvida a melhor de "The Prelude Impact". A banda arrisca em "The Voyage of the Eight Eighteen", uma música de 8 minutos, e acerta em cheio, sendo também uma grande música do CD, mas todas as outras também são.

    A frase "Panela velha é que faz comida boa" se aplica totalmente ao Kansas em seu novo álbum. Se todas as bandas ainda ativas dos anos 70 fizessem álbuns tão bons quanto esse, eu estaria muito feliz. Mas, ainda assim estou, pois o Kansas provou, novamente, o porquê de ser uma das maiores bandas do rock de todo o mundo.


    Andreas Cesar ouviu, chorou e cantou com "The Prelude Implicit". Bandas antigas continuarem a fazer grandes álbuns é uma honra que poucos podem conceder... Que viva os 70!
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