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    sexta-feira, 7 de outubro de 2016

    CRÍTICA [MÚSICA] | The Ninth Hour - Sonata Arctica, por Andreas Cesar.

    Sonata Arctica é uma banda das bandas de power metal que eu não conhecia. Conheço pouco do gênero, conhecendo somente o Helloween, o Dragonforce, o Blind Guardian, o Symfonia e os brasileiros Shaman e Angra, mas de uns tempos para cá tenho aumentado meu gosto pelo estilo e procurado por novos grupos. A banda filandesa Sonata Arctica é sem dúvida uma das mais conhecidas do gênero atualmente, tendo sido criada em meados dos anos 90 e ganhado muita fama no cenário do metal desde então, tocando em festivais como Wacken e Masters of Rock.

    Pesquisei sobre o passado da banda ouvindo músicas dos álbuns Ecliptica e Silence, e gostei do que ouvi, antes de fazer a crítica. Foi com grande expectativa que comecei o álbum "The Ninth Hour" e não me decepcionei.

    Para a proposta da banda, como percebi nos discos anteriores, a banda se manteve coerente. Os músicos são incrivelmente competentes, como devem ser nesse tipo de metal, afinal não é qualquer um que pode sair tocando power metal, visto que é necessário muita técnica nesse estilo. O vocalista Tony Kakko mostra-se um grande cantor em equivalência aos músicos da banda.


    As músicas "Fairytale", "On the Fault Line", "Candle Lawns" e "Till Death's Done Us Apart" se destacam. A introdução de "We are What we Are" é muito bonita e ela se mantém em alto
    nível a música inteira, sendo a minha preferida do disco.

    A banda retornou em alto estilo e trouxe um dos grandes álbuns de metal de 2016

    A ideia de retornar a uma música antiga em "By the Grace of the Ocean", que é a segunda parte de "White Pearl, Black Oceans" me deixou curioso. É uma ousadia da banda, visto que isso pode dar muito errado. A primeira parte é muito reconhecida pelos fãs como uma das melhores músicas da banda, e realmente é ótima. A segunda parte tem uma introdução muito boa, sendo uma música mais lenta, mas é uma ótima sequência, que amplia ainda mais a primeira canção. A música tem seus momentos lentos e rápidos se casando muito bem, e termina muito bem com um instrumental incrível.

    As músicas "Closer to an Animal" e "Fly, Navigate, Comunicate" são as mais regulares do CD. Não chegam a ser ruins, mas não tem nada de especial. Outro problema do Sonata Arctica é comum a uma maioria das bandas de power metal: ou você adora, ou detesta. É difícil haver um meio-termo nesse tipo de música, já que há um certo radicalismo nesse estilo, os metais, as letras das canções, é difícil agradar inteiramente quem não gosta.

    A banda retornou em alto estilo e trouxe um dos grandes álbuns de metal de 2016. Ao lado de Dystopia, do Megadeth, é sem dúvida um disco que vai marcar esse ano.


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    2 comentários:

    1. Um amigo me apresentou Sonata a alguns anos, e foi "xeque". Eu simplesmente nunca mais consegui parar de acompanhar!! As minhas preferidas são a we are what we are e a fly, navigate, communicate! Fiquei um pouco decepcionada com a segunda parte de white pearl black oceans, rs. Mas nada demais. Eu também tive que me acostumar com as partes II e III de Wildfire. Esse album novo dá de 1000 a 0 no Pariah's Child... Na minha humilde opinião ^^ E reitero o que você falou: ou a gente ama ou odeio mesmo!! Hahaha ❤❤ Parabéns!

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      1. Eu conheço há pouco tempo, e grande parte do pessoal que conhece a banda de longa data realmente não curtiu muito a segunda parte de white pearl. Eu curti , mas o disco é bom a ponto de que mesmo se eu tivesse achado ela ruim, a nota seria a mesma. Valeu, agora nos resta continuar adorando essa banda :)

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    Item Reviewed: CRÍTICA [MÚSICA] | The Ninth Hour - Sonata Arctica, por Andreas Cesar. Rating: 5 Reviewed By: Andreas Cesar
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