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    quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

    CRÍTICA [CINEMA] | "Rogue One : Uma História Star Wars", por Andreas Cesar.

    A minha expectativa para o primeiro filme de histórias passadas no universo de "Star Wars", sem contar os episódios principais, desde a aquisição da franquia pela Disney era muito baixa. Os trailers não me envolveram com a história, ao parecerem confusos e com muitas cenas que à primeira vista pareciam bobas e desinteressantes. Ao menos a escolha dos atores não era ruim, Felicity Jones, que arrebentou em "Teoria de Tudo", e Forest Whitaker, do ótimo "O Último Rei da Escócia", eram nomes de peso no elenco de um filme que parecia desastroso.

    Contudo ao aparecer a clássica frase da franquia, no início do filme, obviamente deixei todo o background de lado e dei uma chance ao longa. Não me decepcionei, o novo filme da amada saga, "Rogue One : Uma História Star Wars", é incrível, quase perfeito. São poucos os erros e estes são tão pequenos que não merecem ser citados. O filme é esplêndido, sendo que seu único problema é um clichê que ocorre em seu final, mas que eu vou relevar completamente, por não interferir de forma negativa na trama.

    Se J.J. Abrams já tinha conseguido reacender a franquia de modo incontestável, Edwards eleva o nível em Rogue One, que se iguala aos episódios IV e V.

    O diretor Gareth Edwards conseguiu realizar bem seu papel, em um longa cheio de ação, explosões, mortes (preparem-se) e nostalgia. Fazendo um conexão impecável com os episódios III e IV, Rogue One não desaponta também no roteiro, que se encaixa perfeitamente na linha do tempo dos outros filmes, com vários easter eggs que farão os fãs pirarem nos cinemas.

    As atuações do filme não desapontaram, com grande destaque ao já vencedor de Oscar Forest Whitaker, que interpretou Saw Gerrera. Felicity traz uma personagem, Jyn Erso, que ganha cada vez mais o carinho do espectador ao longo do filme. Destacam-se também Riz Ahmed, Alan Tudyk, Donnie Yen e Wen Jiang. Diego Luna parece estar no automático e não traz carisma ao seu personagem, Cassian Andor. Apesar de não chegar a ser ruim no papel, sinto que este poderia ter sido melhor interpretado. Mads Mikkelsen faz uma atuação primorosa como Galen Erso, pai de Jyn Erso.


    O filme é longo, com 2h e 14 minutos, mas o tempo passa despercebido e quando se percebe, já se está no final. Superando todas as expectativas, "Rogue One : Uma História Star Wars" consegue ser melhor que os episódios I,II,III e VI da saga, se equivalendo aos episódios IV e V e superando também o episódio VII, lançado ano passado.

    Os fãs sem dúvida irão se arrepiar ao ver os X-Wings, a Estrela da Morte e Darth Vader, que protagoniza uma cena incrível no longa. As batalhas do filme são dignas de aplausos.


    Se J.J. Abrams já tinha conseguido reacender a franquia de modo incontestável, Edwards eleva o nível em Rogue One. Os efeitos especiais durante as cenas de guerra, unidos a personagens carismáticos e uma história concisa e coesa colocam esse filme no mesmo nível dos episódios originais de George Lucas, o qual eu agradeço ter deixado a franquia mudar de mãos ao assinar o contrato com a Disney, que mostra estar direcionando a franquia ao lugar certo.

    Com pouquíssimos erros e inúmeros acertos, Rogue One é sem dúvida um dos melhores filmes do ano, em meio a tantos filmes ruins pelo menos terminamos o ano com chave de ouro. Que venham os próximos!


    Andreas Cesar assistiu, criticou e se emocionou demais com "Rogue One". Nunca imaginei que sairia tão feliz da sala de cinema ao assistir esse filme...
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