Cinema do Brasil,

CRÍTICA [CINEMA] | "Como Nossos Pais", por Kal J. Moon

Dirigido por Laís Bodansky e estrelado por Maria Ribeiro, "Como Nossos Pais" mostra a difícil tarefa que é ser mulher nos dias de hoje.


Álbum de recortes
Os tempos modernos trouxeram, junto com todos os avanços tecnológicos, a discussão pelos direitos das mulheres de forma incisiva e completamente justificável. Por que, afinal de contas, homens têm salários maiores que as mulheres, mesmo executando a mesma função? Por que cozinhar e cuidar dos filhos ainda é visto como tarefas exclusivamente femininas?

Essas perguntas não são respondidas em "Como Nossos Pais" mas estão lá, como parte de um verdadeiro álbum de recortes da vida de Rosa (Maria Ribeiro), em busca de identidade após saber, num tumultuado almoço de família, que é fruto de uma relação extraconjugal de sua mãe (Clarisse Abujamra) durante uma viagem de estudos. Assim, direto, "na lata", dito em meio aos parentes, filhas, netas e netos, maridos, sem a menor cerimônia.

O que seria, em mãos inábeis, um amontoado de clichês dignos de novelas mexicanas - nada contra mas cinema requer algo mais elaborado -, transforma-se num subtexto rico em detalhes muito interessantes a respeito do que é estar no íntimo de uma mulher brasileira moderna. Tudo é muito bem desenvolvido pelo roteiro da própria diretora Laís Bodansky em conjunto com Luis Bolognesi, que resolvem TODAS as situações e agruras de Rosa e cia através de afiados e pontuais diálogos, algo que finalmente tem se tornado recorrente no cinema feito no Brasil após filmes como "Que Horas Ela Volta?" e "Aquarius".

E não, não é uma história proselitista em prol do feminismo. É um simulacro da vida real, com situações e respostas reais a eventos completamente plausíveis. O que acabou gerando um interessante desafio ao trio de ~"protagonistas" interpretadas por Maria Ribeiro, Clarisse Abujamra Paulo Vilhena, num exercício de rompimentos de limites muito aprazível à audiência.

Maria Ribeiro despe-se de qualquer tipo de vaidade e compõe sua personagem com a garra de quem reconhece que existe uma história que precisa e merece ser contada. Cada desenlace de suas desventuras oferecem possibilidades narrativas mil, com direito à interpretação e reflexão por parte da audiência. Você SABE quando a personagem está se sentindo injustiçada, quando não está gostando do rumo da conversa, quando está se maravilhando por algo apenas com um simples olhar! E como é lindo de se ver um trabalho tão bem desenvolvido. Bodansky entrega um filme corajoso, meticuloso, muito bem planejado mas, sobretudo, honesto.

A parte técnica também é divinamente executada, com a trilha sonora original de Antonio Pinto trazendo conforto, angústia, tristeza e solidão de forma sutil e equilibrada à diversas cenas. Mas o destaque maior vai mesmo à inspirada direção de fotografia comandada por Pedro J. Márquez, com planos que iniciam em closes e desembocam no resultado, sem precisar de exposição. Ou em momentos onde foca dois personagens ao mesmo tempo em situações opostas, mostrando muito sobre suas personalidades.

A despeito do fraco elenco de apoio que, ou não tinha material suficiente para desenvolver algo melhor trabalhado ou simplesmente estava operando no automático - como a atuação praticamente robótica de Herson Capri (e olhe que a personagem dele tem suma importância na trama!) -, temos aqui um filme que poderia tranquilamente se passar em qualquer lugar do mundo mas, irremediavelmente, ainda é a descrição perfeita de muitas mulheres brasileiras, mães, profissionais, ciumentas, em dúvida sobre o casamento, querendo ~"dar certo" na vida.

Aqui está um raro exemplar na cinematografia brasileira que realmente merecia uma continuação. Que bom!




Kal J. Moon riu quando ouviu a história da Eva...

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CCXP,

CCXP 2017 | Confirmada a presença de Danai Gurira, de The Walking Dead

Atriz, que também estará no próximo Vingadores, participa de painéis especiais e encontro com os fãs



Foto: Divulgação
CCXP - Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que se tornou a maior comic con do planeta em 2016 ao reunir um público recorde de 196 mil pessoas, anuncia a presença da Danai Gurira, a intérprete de Michonne de The Walking Dead, na CCXP 2017, que acontece de 07 a 10 de dezembro no São Paulo Expo.

A atriz estará no evento nos dias 09 e 10 de dezembro (sábado e domingo) e participa de painéis especiais, além de sessão de fotos e autógrafos, cuja programação será divulgada em breve.
Danai também interpreta a personagem Okoye, uma das Dora Milaje (a guarda real de Wakanda), no filme Pantera Negra, que estreia em fevereiro de 2018, e sua presença já está confirmada em Vingadores: Guerra Infinita, próximo filme da Marvel a reunir seus principais heróis, com lançamento marcado para 26 de abril de 2018.

A atriz de 39 anos também é uma importante roteirista com indicações em prêmios como OBIE, Tony, Outer Critics Award, Helen Hayes Award, entre outros. Atualmente, está desenvolvendo um piloto para a HBO. Atuou em filmes como O Visitante, ao lado do indicado ao Oscar Richard Jenkins, e no drama racial Mother of George.

Como Michonne, Danai recebeu indicação ao prêmio NAACP Image Award e é hoje uma das personagens centrais na trama de The Walking Dead, que estreia sua oitava temporada em 22 de outubro de 2017.

"A presença de Danai é algo que temos buscado desde a primeira edição da CCXP. É um presente para os fãs de The Walking Dead e também para quem curte os filmes da Marvel", comenta Ivan Costa, um dos sócios da CCXP.

CCXP – Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que reuniu 196 mil pessoas em 2016 e bateu o recorde de público em comic cons no mundo, terá sua quarta edição entre 7 e 1o de dezembro de 2017 no São Paulo Expo e espera receber mais de 220 mil visitantes. Os ingressos de sábado (9/12) já estão esgotados. Os ingressos para quinta, sexta, domingo, quatro dias, Full Experience e Epic Experience estão à venda pelo site com preços a partir de R$ 89,99. Para saber mais, acesse:

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Sobre a CCXP - Comic Con Experience

A CCXP - Comic Con Experience é um evento que já faz parte do calendário cultural do país. Se firmou como a maior Comic Con do mundo após receber 196 mil pessoas em sua 3ª edição em São Paulo (2016). Reúne fãs, artistas, profissionais e empresas de quadrinhos, cinema, TV, games, anime, RPG, memorabilia, ficção científica e colecionáveis para conhecerem as últimas novidades dessas áreas em uma grande celebração do universo geek e da cultura pop. Para 2017, apresenta: a CCXP Tour Nordeste, edição extra que levou 54 mil pessoas à capital pernambucana nos dias 13 a 16 de abril, a Game XP, parceria inédita dos organizadores do Rock in Rio com a CCXP para levar a experiência dos games para dentro do festival, e a CCXP 2017, quarta edição do evento que acontece de 7 a 10 de dezembro no São Paulo Expo. A CCXP é organizada pelo Omelete Group, Chiaroscuro Studios e Piziitoys. Para saber mais, acesse: www.ccxp.com.br.

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Canal Curta,

GRANDES CENAS | Eduardo Escorel analisa cena da feijoada em "Macunaíma"

Na Quarta de Cinema - em 30/08/2017, às 23h40 -, o canal Curta! exibe episódio inédito da série exclusiva “Grandes Cenas”, apresentada por Matheus Nachtergaele. O montador e diretor de cinema Eduardo Escorel analisa a cena da feijoada antropofágica do filme “Macunaíma” (1969), baseado na obra homônima de Mário de Andrade e estrelado pelo saudoso Grande Otelo (foto).

O Joaquim considerava o filme uma interpretação crítica do livro e não uma adaptação. Uma interpretação crítica à luz da antropofagia e da obra do Mário de Andrade, por quem ele era fascinado. Havia toda uma espécie de conflito de ideias que resulta no filme 'Macunaíma'”, avalia Escorel.

Fonte: Canal Curta! (via press-release)

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Austin St John,

CCXP 2017 | Austin St. John, o Ranger Vermelho original confirmado

Ator estará todos os dias no evento que acontece de 07 a 10 de dezembro em São Paulo

Agora é oficial! A CCXP - Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que se tornou a maior comic con do planeta em 2016, quando reuniu um público recorde de 196 mil pessoas, anuncia a presença de Austin St. John, o Ranger Vermelho original de Mighty Morphin Power Rangers, em sua quarta edição, que acontece de 07 a 10 de dezembro no São Paulo Expo.

Além de um painel especial que terá a data divulgada nos próximos meses, o ator participa de fotos e autógrafos com os fãs nos quatro dias do evento.

Depois de dar vida por três temporadas ao icônico Jason Lee Scott, o líder Ranger Vermelho Original, St. John se formou em medicina e viveu longe das câmeras por quase 20 anos. Em 2014, decidiu voltar e hoje atua em filmes independentes e é uma das celebridades mais procuradas para eventos de cultura pop no mundo.

Atualmente, está envolvido em diferentes projetos de filmagem, como The Order, que foi financiado pelos fãs e tem 18 atores de diferentes versões de Power Rangers no elenco. Ele também pode ser visto em Survival's End, um longa-metragem de terror lançado em 2015. Engajado, o ator é membro do conselho da Heartland Image Foundation, onde realiza um trabalho social com crianças sem-teto. Apesar de sua agitada agenda, Austin ainda é um paramédico registrado nos Estados Unidos.


Foto: Divulgação

CCXP – Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que reuniu 196 mil pessoas em 2016 e bateu o recorde de público em comic cons no mundo, terá sua quarta edição entre 7 e 1o de dezembro no São Paulo Expo e espera receber mais de 190 mil visitantes. Os ingressos estão à venda pelo site com preços a partir de R$ 89,99. Para saber mais, acesse:

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Sobre a CCXP - Comic Con Experience

A CCXP - Comic Con Experience é um evento que já faz parte do calendário cultural do país. Se firmou como a maior Comic Con do mundo após receber 196 mil pessoas em sua 3ª edição em São Paulo (2016). Reúne fãs, artistas, profissionais e empresas de quadrinhos, cinema, TV, games, anime, RPG, memorabilia, ficção científica e colecionáveis para conhecerem as últimas novidades dessas áreas em uma grande celebração do universo geek e da cultura pop. Para 2017, apresenta: a CCXP Tour Nordeste, edição extra que levou 54 mil pessoas à capital pernambucana nos dias 13 a 16 de abril, a Game XP, parceria inédita dos organizadores do Rock in Rio com a CCXP para levar a experiência dos games para dentro do festival, e a CCXP 2017, quarta edição do evento que acontece de 7 a 10 de dezembro no São Paulo Expo. A CCXP é organizada pelo Omelete Group, Chiaroscuro Studios e Piziitoys. Para saber mais, acesse: www.ccxp.com.br.

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Atomic Blonde,

CRÍTICA [CINEMA] | "Atômica", por Kal J. Moon

Dirigido por David Leitch e estrelado por Charlize Theron (foto), o filme "Atômica" ('Atomic Blond') é baseado na história em quadrinhos criada por Antony Johnson e Sam Hart, se passa no final dos anos 1980 - auge da Guerra Fria -, às vésperas da queda do infame Muro de Berlim. Fica a pergunta: existe a necessidade de conhecer geo-política da década perdida para entender essa história? Resposta: sim e não.

Enganando o enganador
O que era marcante nos filmes de ação dos anos 1980? Boa música na trilha sonora, atores e atrizes canastrões mas infinitamente carismáticos, cenas vertiginosas e inacreditáveis, além, claro, de uma trama que podia até não resistir a uma análise mais profunda, é verdade, mas não deixava de cumprir seu papel de escapismo e entretenimento. Os tempos são outros - e o politicamente correto deixou tudo mais ~"asséptico" possível no sentido que os filmes de outrora nunca seriam sequer aprovados para produção hoje em dia. "Atômica" é, em última instância, um sintoma disso. Mesmo que procure ousar em muitos aspectos - parte disso é culpa, sim, da história em quadrinhos que deu origem ao filme -, é refreado em tantas outras partes, como se fosse um animal selvagem preso numa coleira que o impedisse de fazer o que a natureza criou-o para executar.

Na trama, Lorraine Broughton (Charlize Theron) é uma agente disposta a enfrentar qualquer desafio e a usar todas as suas habilidades para sobreviver à uma missão impossível. Em 1989, com a proximidade da queda do Muro de Berlim, a assassina mais brutal do MI6 é enviada a cidade para recuperar uma lista de valor inestimável. Ela se une ao chefe da estação local - David Percival (James McAvoy, foto) - e se envolve num perigoso e letal jogo de espiões.

O filme é contado através de flashbacks, onde vemos lembranças da espiã em relação aos últimos dez dias em Berlim, sendo que ela tem de relatar o que deu errado na missão, uma vez que muito foi comprometido nos eventos daqueles dias. Recurso esperto - embora manjado - do roteiro escrito por Kurt Johnstad - já acostumado com adaptações de quadrinhos, uma vez que adaptou os dois filmes baseados em "300" para o cinema - mas que peca em mostrar muito e não explicar nada a contento. Em muitos momentos, vemos uma quantidade imensa de informação simplesmente despejada na tela, de forma que fica realmente difícil acompanhar o raciocínio sem contextualizar. Porém, nos momentos mais óbvios, temos explicações completamente desnecessárias à trama, como a parte onde um personagem explica para outro quem é Sinéad O'Connor para que a audiência mais jovem ache graça da piada - mas mesmo com a explicação, se não soubermos quem é essa pessoa, não acharemos isso engraçado, certo? E sério: quando vemos alguém citar Maquiavel, já sabemos que está do lado a ser combatido...

Mas o principal problema é mesmo a condução ~"anabolizada" do diretor David Leitch, uma vez que ele não consegue extrair de seus atores a melhor interpretação possível, simplesmente porque ele não sabe como fazer. Seu forte são as cenas de ação. Coreografia e pancadaria sem limites - mas com um nível de realismo impressionante -, Leitch filma suas cenas com empolgação e prefere com que nada se perca, como na assustadora sequência APARENTEMENTE sem cortes envolvendo capangas, um elevador e vários lances de escada. Leitch conhece cada etapa dessa parte do trabalho pois já foi dublê em diversos filmes do gênero como os dois últimos "Matrix", diretor de segunda unidade em "Ninja Assassino" e o recente "Capitão América: Guerra Civil" - mas sua chance no comando de um filme só veio mesmo com "De Volta ao Jogo", o primeiro exemplar da violenta saga de John Wick, estrelado por Keanu Reeves.

Aí é que está: enquanto as cenas de ação são impecáveis - e até mesmo cansativas pois são intermináveis em muitos momentos onde uma edição daria uma fluidez maior à trama -, as cenas onde a dramaturgia é necessária e exigem maior cuidado são bem desleixadas. A começar pelo desempenho de Charlize Theron. Ainda que isso também seja culpa do roteiro, a atriz não traz nada de cativante para que o público possa torcer por sua personagem. Num momento específico, uma personagem diz que Theron muda seu olhar quando diz a verdade - sendo que isso não aparece na cena em momento algum. Vemos traços externos de sua luta na espionagem - corpo machucado, lacerações mil, rosto ferido, usa roupas sempre em tom de preto-branco-cinza para mostrar que ela tem camadas mais profundas e que não tem pudores, é uma verdadeira "McGyver de saias" no quesito artes marciais pois usa o que estiver pela frente para contra-atacar o inimigo, bebe bastantes doses de vodca para aguentar o tranco durante suas missões - mas não dá para se importar com quem não temos afinidade e nem sabemos muito. Nem mesmo James McAvoy e John Goodman se esforçam, uma vez que estão perdidos e se viram como podem. Não comprometem mas sempre esperamos mais deles.

A direção de fotografia de Jonathan Sela (também de "De Volta ao Jogo") poderia ter sido bem mais ousada e abusar de uma melhor construção cromática, uma vez que os anos 1980 eram conhecidos pelo visual colorido e exagerado, tanto nos EUA quanto na Europa. Existe o esforço mas não a realização a contento. Mesmo assim, o visual ainda é melhor do que se poderia esperar de um filme de ação quase ininterrupta, onde geralmente essa parte não é bem planejada.

Nem mesmo as canções escolhidas para compor a trilha sonora saem da mesmice, uma vez que, na Europa, ouvia-se muito mais do que era produzido apenas nos EUA. Algumas canções casam perfeitamente nas cenas mas outras parecem bem deslocadas, como o momento que toca "Father Figure" - famosa na voz do saudoso George Michael - e a pancadaria rolando, mas sem o efeito desejado. E a trilha sonora original criada por Tyler Bates não tem nada de marcante.

"Mas, tio Kal, eu quero saber se o filme diverte, se eu posso ver com a galera da minha escola...", pode você perguntar. A resposta é: depende. Depende muito de sua expectativa - e a de muitos (como eu!) era bem alta por conta daqueles trailers maravilhosos exibidos ad nauseam pela internet. Depende também se você curte um filme de ação mais simples, sem firulas, que não está tentando te dar uma aula de História ou Geo-política. Porque "Atômica" chega a um ponto que, se você não souber algumas coisas bem específicas dos anos 1980, não vai entender a trama. Mesmo. E isso tem nome: presunção. E preguiça de contextualizar o roteiro. "Atômica" tenta complicar o que é bem simples para, no fim das contas, deixar de explicar o que não tem explicação.

Assista no cinema, não espere muito e talvez possa se divertir. Não leve crianças - é sério! Tire suas próprias conclusões. Mas o que vemos na tela pode ser resumido como "potencial desperdiçado". Era pra ser um filmaço. Não é o pior de 2017 mas acabou sendo um filme bem "nhé". Pena.


Kal J. Moon nunca pensou que veria um Volvo num filme novamente. E queria ver Theron matar o cara com aquela cebola...

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Alex Zamm,

PICA-PAU | Longa animado ganha novo cartaz nacional!

No mês das crianças, a Universal Pictures traz para os cinemas o longa “Pica-Pau” ('Woody Woodpecker'), produção baseada no personagem criado por Walter Lantz em 1940 e que apresenta a atriz brasileira Thaila Ayala (foto) no elenco. Para adiantar o lançamento, a Universal divulgou o cartaz nacional do filme, que em breve estará exposto nas redes de cinema. Confira:
Cartaz oficial (Divulgação)
No filme, atores Thaila Ayala e Timothy Omundson (foto) interpretam o casal Vanessa e Lance Walters – os novos alvos do traiçoeiro Pica-Pau na história.  A comédia mostra uma guerra de território entre o pássaro e o vigarista Lance e sua namorada, que estão determinados a construir a casa de seus sonhos, mas para isso têm que derrubar a casa do travesso personagem.

Com direção de Alex Zamm, o longa resgata o personagem que marcou várias gerações em uma produção que mescla live action e tecnologia CGI, o personagem é protagonista de 166 episódios animados que já foram transmitidos em mais de 155 países e em 105 idiomas diferentes. Além dos desenhos, Pica-Pau possui uma área dedicada no resort da Universal na Flórida (EUA) e faz participações especiais em atrações nos parques em Hollywood e no Japão. A estreia está marcada para 05/10/2017 nos cinemas brasileiros.  

Fonte: Universal Pictures (via press-release)

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Ablusadas,

HORIZONTE BLUES FESTIVAL | Evento musical anima BH em novo formato!

Viva mais blues! Essa é a frase de ordem da 9ª edição do Horizonte Blues Festival que acontece entre os dias 23/08/2017 a 02/09/2017 na capital mineira. O evento incentiva o público a conhecer a história de um dos ritmos musicais mais consagrados do planeta e seu legado cultural, além de promover o reconhecimento de diversos artistas do gênero. 


Este ano, o Horizonte Blues Festival está com um novo formato, a grande novidade para essa edição é que o festival também se tornou itinerante. No período entre os dias 23 a 31/08/2017, bares e restaurantes da cidade irão receber músicos com shows exclusivos. Dia 30/08/2017, a programação fica por conta do espetáculo "Divas Acusticamente Blues". O show - que reúne cantoras de diversas vertentes em trabalhos que circulam pelo Brasil - acontece às 20h30 no Teatro de Câmara do Cine Brasil Vallourec (Praça Sete de Setembro - Rua dos Carijós, 258 - Centro).

no dia 02/09/2017, celebrando o encerramento de mais uma edição do festival, a partir das 16h na Amadoria (Rua Mucuri, 325 - Floresta), o público poderá participar de um dia com muita arte, gastronomia e claro, muito show de blues.

Com idealização, produção e curadoria do produtor e baterista Aristóteles Caetano (Ary) que possui experiência em acompanhar, tocar e co-produzir festivais do gênero no Brasil e co-produção de Arthur Andrade e Bárbara Andrade, o Horizonte Blues Festival surgiu em 2014 e desde então tem conseguido popularizar e educar as  pessoas  para a cultura do blues, desmitificando a idéia de que o ritmo é algo elitizado e dando visibilidade ao trabalho de vários artistas. Percebendo a evidência de que nenhum ensaio crítico sobre o blues substitui o contato direto do público com a música, começou a concepção do festival. Em 2017, a idéia é que o festival vá até onde o público se encontra, em bares e festivais da capital mineira em pocket shows que atendam a demanda de cada local.

>>> Segue abaixo mais detalhes da programação:

  • CIRCUITO BLUES

23/08/2017 (quarta-feira)
Horário: 20h às 23h
Local: Salumeria Central (Rua Sapucaí, 527- Floresta / Belo Horizonte - MG)

25/08/2017 (sexta-feira)
Horário: A partir das 19h
Local: BQS Beers and Quick Snacks (Rua Halley 777, Santa Lúcia / Belo Horizonte - MG)

31/08/2017 (quinta-feira)
Horário: 19h30 ás 22h
Local: Astória Bar (Rua Leopoldina, 85 - Santo Antonio / Belo Horizonte - MG)

31/08/2017 (quinta-feira)
Horário: 20h ás 22h
Local: Birosca S2 (Rua Silvianópolis, 483-  Santa  Tereza / Belo Horizonte - MG)

  • DIVAS ACUSTICAMENTE BLUES

No dia 30/08/2017 (quarta-feira) às 20h30, o Teatro de Câmara do Cine Brasil Vallourec (Praça Sete de Setembro - Rua dos Carijós, 258 - Centro) recebe o espetáculo "Divas Acusticamente Blues". Acompanhadas da HBF Band, dez cantoras se revezam no palco apresentando composições autorais e clássicos do blues que representam bem a voz feminina na sua forma de interpretação. Além disso, nesse ano o espetáculo recebe a participação do Projeto Dois Lados e a banda Ablusadas (com as cantoras Ana Rock, Paula Sete, Paloma Santos, Kicila, Gabi Mello, Luciana Periard, Rachel Vianna e Manu Andrade), mostrando a cena blues cada dia mais representada por trabalhos artísticos com formação feminina.

  • HORIZONTE  BLUES  FESTIVAL  NA  AMADORIA

Para celebrar o encerramento de mais uma edição do festival, dia 02/09/2017 (sábado) das 16h às 23h na Amadoria (Rua Mucuri, 325 - Floresta), o público poderá participar de exposição de arte, discotecagem com clássicos do gênero, aula de dança, gastronomia e claro, muito show de blues com as bandas Black Track, Red Blues, o artista Dom Preto e outros músicos convidados.

>>> SERVIÇO
9ª edição do Horizonte Blues Festival 
Data:  23/08/2017  a  02/09/2017
Locais:  Salumeria  Central,  BQS  Beers  and  Quick  Snacks,  Birosca  S2, Astória  Bar,  Teatro  de  Câmara  do  Cine  Brasil  Vallourec  e  Amadoria.

Fonte: Horizonte Blues Festival (via press-release)

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Crítica Cinema,

CRÍTICA [STREAMING] | "Death Note", por Marlo George


Nova produção da Netflix é a prova definitiva de que os gibis e desenhos animados japoneses devem continuar sendo protagonizados por atores riscados e não de carne e osso

A versão americana de Death Note, mangá publicado no Japão na década passada pela editora Shueisha, foi finalmente lançada pela Netflix e já está à disposição do público. Dirigido por Adam Wingard, Death Note decepciona pelos mesmos motivos que levaram o filme anterior do diretor, Bruxa de Blair, a fracassar: A tentativa de recontar uma história, atualizando-a, para funcionar para novas audiências. Esse erro foi apontado pelo nosso considerado Kal J. Moon, em sua crítica de Bruxa de Blair, e, pelo que parece, Wingard continua cometendo o mesmo erro.

Se daquela vez ele tentou trazer para os dias atuais o mockumentário dos anos 90, agora ele peca por "americanizar" uma história que só funciona quando ambientada em um ambiente asiático, afinal, as lendas nas quais a trama original se baseia, são japonesas. Portanto, se o protagonista, ou a história como um todo, tivesse origem japonesa, certamente seria mais consistente. E a palavra é essa mesmo, pois tudo em Death Note é inconsistente, uma vez que a trama é corrida, não permitindo a construção de personagens e, muito menos, das situações nas quais estão envolvidos. O roteiro é tão mal conduzido que chega a ser risível, quando deveria ser tenso, macabro, obscuro ou qualquer outro adjetivo que apontasse para um filme de terror.

Outro motivo de riso é a atuação de Nat Wolff, que interpreta o protagonista da história, Light. Não sei se sua escalação foi indicação do diretor ou fruto do lobby de algum agente, mas esse rapaz é inadequado para o papel. Não por ser ocidental, problema que poderia ser sanado pelo roteiro, se este fosse bem escrito, mas pelo fato dele não ter veia dramática. Cria de seriado infantil, Wolff chamou a atenção em A Culpa é das Estrelas, mas de lá pra cá vem apresentando péssimos trabalhos, como em Cidades de Papel e Um Senhor Estagiário. De promessa, está caminhado para se tornar decepção.


Como Wolff, Lakeith Stanfield, também tem uma performance aquém do que é esperado para um personagem importante como o que interpreta em Death Note, o misterioso "L". Caricato e exagerado ao extremo, Stanfield entrega um personagem absurdo e que não parece pertencer ao mesmo universo do filme em que está habitando. É muito fora de contexto e contribui ainda mais para a inconsistência da obra. Nos momentos em que o personagem está tenso, no terceiro ato, Stanfield interpreta tão mal o roteiro que eu não sabia se ria, chorava ou ficava constrangido por ele.

O interesse romântico de Light, Mia Sutton, ficou sob a responsabilidade de Margaret Qualley, uma atriz iniciante, com pouca bagagem e carisma. Lembra bastante a Anna Popplewell, de As Crônicas de Nárnia, e como essa, deve acabar caindo no ostracismo em breve.

Foi interessante assistir Shea Whigham tentando ser levado à sério em meio à tanta bobagem e decisões erradas da direção. É um bom ator, o único que se salva em um elenco tão ruim, além, é claro de Willem Dafoe, que ficou lá, sendo Willen Dafoe, e isso já é o suficiente. Amo tudo que ele faz e, apesar de tudo de ruim que esse filme tem, seu Ryuk ficou apavorante.

A produção de Death Note é caprichada, mas não há nenhum quesito que se destaca. A trilha sonora é ruim e a edição de som deixa um pouco à desejar.

Com tantos contras, Death Note é mais uma produção baseada em mangás e animes que não deu certo. Ao que parece, quando se tenta capturar o espírito dessas obras, para vertê-las para a telinha ou para a telona, algo se perde. Especialmente as versões estadunidenses. Isso aconteceu em diversas produções, de Dragon Ball Evolution, passando por Old Boy e, mais recentemente, A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell. Esta última foi uma boa adaptação, mas nem de longe refletiu a obra original.


Marlo George assistiu, escreveu e já teve pesadelos com o live-action de Akira.

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A Menina Índigo,

A MENINA ÍNDIGO | Filme brasileiro sobre DDA ganha primeiro trailer

Eu vou fazer mágica e você vai ficar bom”, “Se você jogar tudo fora, tudo que tem de ruim, a dor passa”, diz Sofia (Letícia Braga, foto) para seu pai e seu avô, respectivamente, no primeiro trailer de “A Menina Índigo”, filme dirigido por Wagner de Assis (do sucesso “Nosso Lar”) que chega aos cinemas no dia 12/09/2017. Considerada especial pela mãe - "ela tem alguma coisa de diferente, ela faz umas coisas nas pessoas" - mas aparentemente uma típica menina dos dias de hoje, tudo muda quando um dia na escola se recusa a pintar uma tela em branco e enche de tinta a sala de aula. A partir daí, Sofia irá transformar não só a vida de seus pais e da família como a de pessoas que pouco conhece.

>>> Clique AQUI para assistir o trailer!
Cartaz oficial (Divulagação)

Este é um filme que conta como uma menina de sete anos provoca um choque nas relações familiares ao obrigar todos ao seu redor a repensarem suas vidas”, adianta Wagner de Assis, também roteirista do filme.

A primeira mudança virá com o pai, que terá que aprender a lidar com a filha. Separado da mãe da criança, a executiva Luciana (Fernanda Machado), o jornalista Ricardo (Murilo Rosa) está envolvido numa investigação que envolve seu próprio pai, o poderoso e pouco honesto empresário Paulo Gregório (Paulo Figueiredo). Quando a menina passa a morar com ele - o que parecia ser apenas uma temporada para reaproximar pai e filha - acaba sendo um momento de quebra de paradigmas para todos.

É nas relações entre os personagens que aparece toda a força da menina. Uma nova geração que tem sido chamada de Índigo, representada por Sofia, apresenta comportamentos novos, questionamentos sobre normalidade, posturas surpreendentes e, também, um olhar espiritualizado para todas as coisas”, explica Wagner de Assis.

Cheio de cores por fora e muitas camadas a serem reveladas, principalmente sobre quem é esta menina, o filme apresenta também diversas questões que fazem parte das milhares de Sofia da vida real - como identificar talentos e necessidades dos filhos, qual o papel da escola nos dias de hoje, como educar corretamente, o que são doenças como Distúrbio Déficit de Atenção (DDA) e Hiperatividade. Para Assis, as dúvidas e anseios de Ricardo e Luciana são dúvidas e anseios de milhares de  pais e mães, incapazes de lidar com esses pequeninos que têm vontades muito próprias, conhecimentos prévios sobre tudo e todos, formas diferentes de lidar com a vida.

A produção é da Cinética Filmes, com coprodução com a Inspired / Naymar e as produtoras associadas Mar Produções, Erlanger Comunicação & Arte. A distribuição é da Film Connection.

Fonte: Film Connection (via press-release)

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Ariel Olivetti,

CCXP 2017 | Argentino Ariel Olivetti confirma presença

Quadrinista conhecido por trabalhos para Marvel e DC Comics participa da quarta edição do evento, que acontece entre 07 e 10 de dezembro em São Paulo

CCXP - Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que se tornou a maior comic con do planeta em 2016, quando reuniu um público recorde de 196 mil pessoas, anuncia a presença do quadrinista argentino Ariel Olivetti em sua quarta edição, que acontece de 07 a 10 de dezembro no São Paulo Expo.

O artista é conhecido em seu país como co-criador da série cômica de HQs Cazador de Aventuras, publicado entre 1992 e 2001. No exterior, Olivetti trabalhou para as gigantes Marvel e DC Comics em títulos como Demolidor, X-Men, Space Ghost, Punisher War Journal e mais recentemente em Venom: Space Knight, série solo do simbionte Venom, como parte das novas HQs da Marvel.


Imagens Space Ghost (Divulgação)

Suas primeiras publicações foram para a prestigiada revista de quadrinhos independentes Fierro e seu primeiro trabalho fora da Argentina foi em The Last Avengers Story, publicado pela Marvel Comics em 1995 nos Estados Unidos. O quadrinista trabalhou ainda em títulos como Mística e Dentes-de-Sabre (Marvel - 1996), além de Lanterna Verde (2003) e Batman: Lendas do Cavaleiro das Trevas (2006) para a DC Comics.

Em 2006, assinou um contrato de exclusividade com a Marvel Comics para a produção do segundo volume de Punisher War Journal. É ainda co-fundador da Editora Dícese, onde se dedica a espalhar o talento argentino ligado ao mundo dos quadrinhos, ilustração e escultura; desenvolvendo uma coleção bilíngue de tutoriais de arte de renomadas referências locais. Atualmente, está trabalhando em Space Ghost para a DC Comics.

"Ariel Olivetti é um veterano na CCXP. Ele adora os fãs brasileiros e essa será sua terceira participação como convidado especial. O artista vem novamente para trazer sua versatilidade e estilo únicos para o evento. Ele estará todos os dias no Artists' Alley conversando e distribuindo autógrafos para os fãs", comenta Ivan Freitas da Costa, sócio do evento e curador da área de quadrinhos.

CCXP – Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que reuniu 196 mil pessoas em 2016 e bateu o recorde de público em comic cons no mundo, terá sua quarta edição entre 7 e 1o de dezembro de 2017 no São Paulo Expo e espera receber mais de 220 mil visitantes. Os ingressos de sábado (9/12) já estão esgotados. Os ingressos para quinta, sexta, domingo, quatro dias, Full Experience e Epic Experience estão à venda pelo site com preços a partir de R$ 89,99. Para saber mais, acesse:


Sobre a CCXP - Comic Con Experience

A CCXP - Comic Con Experience é um evento que já faz parte do calendário cultural do país. Se firmou como a maior Comic Con do mundo após receber 196 mil pessoas em sua 3ª edição em São Paulo (2016). Reúne fãs, artistas, profissionais e empresas de quadrinhos, cinema, TV, games, anime, RPG, memorabilia, ficção científica e colecionáveis para conhecerem as últimas novidades dessas áreas em uma grande celebração do universo geek e da cultura pop. Para 2017, apresenta: a CCXP Tour Nordeste, edição extra que levou 54 mil pessoas à capital pernambucana nos dias 13 a 16 de abril, a Game XP, parceria inédita dos organizadores do Rock in Rio com a CCXP para levar a experiência dos games para dentro do festival, e a CCXP 2017, quarta edição do evento que acontece de 7 a 10 de dezembro no São Paulo Expo. A CCXP é organizada pelo Omelete Group, Chiaroscuro Studios e Piziitoys. Para saber mais, acesse: www.ccxp.com.br.

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Arthur Adams,

CCXP 2017 | Arthur Adams e Joyce Chin confirmados

Quadrinistas venerados vêm ao Brasil para participar de painéis e encontros com fãs no Artists' Alley da quarta edição da CCXP - Comic Con Experience, que acontece entre 07 e 10 de dezembro em São Paulo


CCXP - Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que se tornou a maior comic con do planeta em 2016 ao reunir um público recorde de 196 mil pessoas, confirma a presença do quadrinista norte-americano Arthur Adams, uma das maiores lendas da arte sequencial, que vem ao Brasil pela primeira vez acompanhado de sua esposa e também artista, Joyce Chin. Os artistas participam de painéis e outras atividades que terão a programação divulgada em breve no Artists' Alley da quarta edição da CCXP, que acontece de 07 a 10 de dezembro no São Paulo Expo.

Arthur "Art" Adams destaca-se no mundo das HQs desde 1985 com a série Longshot, da Marvel Comics, e rapidamente tornou-se colaborador e co-criador de diversas histórias, como Batman, Superman, Spiderman, X-Men, Godzilla, Vampirella, Rocketeer, The Authority, Danger Girl, Excalibur e Hulk. Em 1987 ilustrou o Gumby Summer Fun Special #1, que lhe rendeu o Eisner Awards na categoria Best Single Issue. Em 1993, o artista publicou sua aclamada obra de ficção científica Monkeyman and O'Brien pelo selo Legend, da editora Dark Horse Comics. No Legend, Adams também lançou histórias do personagem Jonni Future em uma antologia. As histórias de Jonni Future em oito páginas foram publicadas pelo selo Wildstorm (DC Comics) na antologia Tom Strong's Terrific Tales (2002-2004).

Arthur também desenhou capas memoráveis de diversos títulos, como Justice League of America, Appleseed, Buffy the Vampire Slayer, Green Lantern, Hulk, Avengers, X Men, Red Sonja, Superman, Batman e Vampirella, entre outros, além de ter trabalhado nas linhas Ultimate, All New-X-Men, Ms. Marvel, Avengers World e as oito capas variantes (e interconectadas) de Pecado Original – todos da Marvel, além de fazer as capas de Guardiões da Galáxia e diversas obras da linha Marvel U.

Capa de X-Men: The Asgardian Wars, criada por Adams

Joyce Chin está no mercado de HQs desde 1995, quando desenhou Guy Gardner: Warrior para a DC Comics. Passando por diversas editoras, desenhou números de Vampirella, Xena e Superman: Silver Banshee, Spider-Man, Hulk, Tomb Raider e Red Sonja, além do cross-over entre as editoras Top Cow e Dynamite Entertainment, chamado de Monster War. Joyce também desenhou capas para Marvel e DC de personagens e séries, como Mulher Maravilha, X-Men, Ms. Marvel, Capitão América e Homem de Ferro.
Capa de Joyce Chin

Os artistas, que não puderam vir à CCXP 2016 por questões de saúde, finalmente poderão encontrar os fãs que estavam ansiosos por esse encontro. "Arthur Adams é um artista reconhecido e adorado por seu estilo inconfundível, com produção constante desde a década de 80 e criador de imagens clássicas dos personagens da Marvel Comics. Eu também estarei lá para pegar um autógrafo!", comenta Ivan Freitas da Costa, sócio do evento e curador da área de quadrinhos.

CCXP – Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que reuniu 196 mil pessoas em 2016 e bateu o recorde de público em comic cons no mundo, terá sua quarta edição entre 7 e 1o de dezembro de 2017 no São Paulo Expo e espera receber mais de 220 mil visitantes. Os ingressos de sábado (9/12) já estão esgotados. Os ingressos para quinta, sexta, domingo, quatro dias, Full Experience e Epic Experience estão à venda pelo site com preços a partir de R$ 89,99. Para saber mais, acesse:

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Sobre a CCXP - Comic Con Experience

A CCXP - Comic Con Experience é um evento que já faz parte do calendário cultural do país. Se firmou como a maior Comic Con do mundo após receber 196 mil pessoas em sua 3ª edição em São Paulo (2016). Reúne fãs, artistas, profissionais e empresas de quadrinhos, cinema, TV, games, anime, RPG, memorabilia, ficção científica e colecionáveis para conhecerem as últimas novidades dessas áreas em uma grande celebração do universo geek e da cultura pop. Para 2017, apresenta: a CCXP Tour Nordeste, edição extra que levou 54 mil pessoas à capital pernambucana nos dias 13 a 16 de abril, a Game XP, parceria inédita dos organizadores do Rock in Rio com a CCXP para levar a experiência dos games para dentro do festival, e a CCXP 2017, quarta edição do evento que acontece de 7 a 10 de dezembro no São Paulo Expo. A CCXP é organizada pelo Omelete Group, Chiaroscuro Studios e Piziitoys. Para saber mais, acesse: www.ccxp.com.br.

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CCXP,

CCXP 2017 | Paul Azaceta, desenhista de Outcast, confirma presença


Quadrinista participa do Artists' Alley na quarta edição da CCXP, que acontece entre 07 e 10 de dezembro em São Paulo

CCXP – Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que se tornou a maior comic con do planeta em 2016, quando reuniu um público recorde de 196 mil pessoas, anuncia em sua quarta edição, que acontece de 07 a 10 de dezembro no São Paulo Expo, a participação do artista norte-americano Paul Azaceta. O quadrinista estará no evento todos os dias em uma mesa no Artists' Alley, área destinada a quadrinistas e ilustradores.

Azaceta iniciou sua carreira na Marvel Comics com a criação dos desenhos de Capitão Marvel. Desde então, trabalhou em diversas obras da editora como O Espetacular Homem-AranhaDemolidor e Conan. Também participou da criação de dois livros de Mark SableGraveyard of Empires e Grounded, ainda não lançados no Brasil.
Em seguida, o artista assumiu o seu primeiro trabalho no segmento de terror com Outcast, HQ de exorcismo escrita por Robert Kirkman (The Waking Dead), que foi adaptada para uma série de TV pelo canal Cinemax e já teve duas temporadas.

"Mais um nome internacional chega para reforçar o 'coração da CCXP'. Estamos muito orgulhosos e empolgados com a presença de mais um artista versátil, que participou de obras tão relevantes para o mundo dos quadrinhos"comenta Ivan Freitas da Costa, sócio da CCXP e curador da programação de quadrinhos do evento.

CCXP – Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que reuniu 196 mil pessoas em 2016 e bateu o recorde de público em comic cons no mundo, terá sua quarta edição entre 7 e 1o de dezembro de 2017 no São Paulo Expo e espera receber mais de 220 mil visitantes. Os ingressos de sábado (9/12) já estão esgotados. Os ingressos para quinta, sexta, domingo, quatro dias, Full Experience e Epic Experience estão à venda pelo site com preços a partir de R$ 89,99. Para saber mais, acesse:

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Ari Hendel,

MÃE! | Diretor e produtores vem ao Brasil promover o filme

Darren Aronofsky (foto) - diretor indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro por “Cisne Negro” - vem ao Brasil para divulgar "Mãe!", seu novo longa, um terror psicológico estrelado por Jennifer Lawrence, Javier Bardem, Ed Harris e Michelle Pfeiffer.

Acompanhado dos produtores Ari Hendel (de “Fonte da Vida” e “Cisne Negro”) e Scott Franklin (de “Réquiem Para um Sonho”, “Cisne Negro” e “O Lutador”), o diretor atenderá a imprensa brasileira e da América Latina nos dias 19 e 20/09/2017, em São Paulo.
Aronofsky comanda Jennifer Lawrence em cena de 'Mãe!'
(Foto: Niko Tavernise / Divulgação)

Em ‘Mãe!’, a relação de um casal é testada quando visitantes não esperados chegam à sua casa e atrapalham a tranquilidade da família. ‘Mãe!’ é um suspense psicológico sobre amor, devoção e sacrifício. Distribuído pela Paramount Pictures, o longa estreia em 21/09/2017 nos cinemas brasileiros.

Fonte: Paramount Pictures (via press-release)

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CCXP,

CCXP 2017 | Presença de Natalia Tena, atriz de Harry Potter e Game of Thrones, é confirmada


Artista britânica participa da quarta edição da convenção em painéis e encontros especiais nos dias 7, 8 e 9/12

CCXP - Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que se tornou a maior comic con do planeta em 2016 ao reunir um público recorde de 196 mil pessoas, anuncia a presença da artista britânica Natalia Tena na CCXP 2017, que acontece de 07 a 10 de dezembro no São Paulo Expo. A atriz e musicista, que já se declarou apaixonada pelo Brasil, encontra os fãs de quinta a sábado (7 a 9/12) em painéis especiais e na área de Fotos & Autógrafos, atividades que terão a programação divulgada em breve.

Natalia Tena marcou presença no elenco de Harry Potter, uma das sagas mais amadas do cinema, em: Harry Potter e a Ordem da Fênix (2007), Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2009), Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte I (2010) e Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte II(2011) como Ninfadora Tonks, e brilhou em Game of Thrones como Osha, personagem presente na primeira, segunda, terceira e sexta temporadas em serviço da Casa Stark.



"A presença de Natalia Tena na CCXP é um verdadeiro presente aos visitantes. Tanto os potterheads quanto os fãs de Game Of Thrones terão um encontro incrível", comenta Ivan Freitas da Costa, um dos sócios do evento.

CCXP – Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que reuniu 196 mil pessoas em 2016 e bateu o recorde de público em comic cons no mundo, terá sua quarta edição entre 7 e 1o de dezembro de 2017 no São Paulo Expo e espera receber mais de 220 mil visitantes. Os ingressos de sábado (9/12) já estão esgotados. Os ingressos para quinta, sexta, domingo, quatro dias, Full Experience e Epic Experience estão à venda pelo site com preços a partir de R$ 89,99. Para saber mais, acesse:

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Sobre a CCXP - Comic Con Experience
A CCXP - Comic Con Experience é um evento que já faz parte do calendário cultural do país. Se firmou como a maior Comic Con do mundo após receber 196 mil pessoas em sua 3ª edição em São Paulo (2016). Reúne fãs, artistas, profissionais e empresas de quadrinhos, cinema, TV, games, anime, RPG, memorabilia, ficção científica e colecionáveis para conhecerem as últimas novidades dessas áreas em uma grande celebração do universo geek e da cultura pop. Para 2017, apresenta: a CCXP Tour Nordeste, edição extra que levou 54 mil pessoas à capital pernambucana nos dias 13 a 16 de abril, a Game XP, parceria inédita dos organizadores do Rock in Rio com a CCXP para levar a experiência dos games para dentro do festival, e a CCXP 2017, quarta edição do evento que acontece de 7 a 10 de dezembro no São Paulo Expo. A CCXP é organizada pelo Omelete Group, Chiaroscuro Studios e Piziitoys. Para saber mais, acesse: www.ccxp.com.br.

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Canal Curta!,

GRANDES CENAS | Programa analisa cena de filme com Walmor Chagas e Eva Wilma

Na Quarta de Cinema - em 23/08/2017, às 23h30 -, o canal Curta! exibe episódio inédito da série exclusiva “Grandes Cenas”, apresentada por Matheus Nachtergaele. Analisando o filme “São Paulo S.A.” (1965) - de Luís Sérgio Person - que narra a história de um homem em crise com a rotina de sua vida classe média, o diretor e crítico de cinema Jean-Claude Bernardet destrincha a cena da ruptura entre Carlos e Luciana, personagens do saudoso ator Walmor Chagas (foto) e da atriz Eva Wilma (foto).

Para Bernardet, apesar de o filme se aproximar da então realidade de Person, que trocou uma carreira tradicional pelo cinema, ele não se aproxima de uma biografia. “Por mais que haja elementos biográficos do Person, não tem nenhum caráter de filme confessional. Tudo que ele projetou de si, seus sentimentos e suas angústias, está absolutamente organizado numa dramaturgia coesa, coerente, que independe dos sentimentos pessoais e das angústias de Person”, avalia.

Fonte: Canal Curta! (via press-release)

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Cinema do Brasil,

COMO NOSSOS PAIS | Diretora e elenco comentam motivações da trama

Os novos vídeos de bastidores divulgados recentemente trazem cenas do filme “Como Nossos Pais” e entrevistas com a diretora Laís Bodanzky (foto) e as atrizes Maria Ribeiro (foto) e Clarisse Abujamra, que interpretam filha e mãe no longa. As três comentam as novas posições reivindicadas e assumidas pelas mulheres nos dias de hoje, além da própria relação entre elas, além de citar o cotidiano como inspiração para o longa. Além disso, os atores Maria Ribeiro, Paulo Vilhena e Clarrisse Abujamra falam das expectativas e anseios de suas personagens. A diretora Laís Bodanzky também participa, revelando que a inspiração para o filme estava bem próxima a ela, em leituras de revistas, conversas com amigos e outras ações do cotidiano.

>>> Clique AQUI e AQUI para assistir!

Na trama, Rosa (Maria Ribeiro) é uma mulher que quer ser perfeita em todas suas obrigações: como profissional, mãe, filha, esposa e amante. Quanto mais tenta acertar, mais tem a sensação de estar errando. Filha de intelectuais dos anos 70 e mãe de duas meninas pré-adolescentes, ela se vê pressionada pelas duas gerações que exigem que ela seja engajada, moderna e onipresente, uma supermulher sem falhas nem vontades próprias. Rosa vê-se submergindo em culpa e fracassos, até que em um almoço de domingo, recebe uma notícia bombástica de sua mãe. A partir desse episódio, Rosa inicia uma redescoberta de si mesma.

Como Nossos Pais” tem roteiro de Bodanzky e de Luiz Bolognesi, e o elenco conta ainda com Paulo Vilhena, Felipe Rocha e Jorge Mautner, entre outros. O filme chega aos cinemas brasileiros em 31/08/2017, com produção da Gullane / Buriti Filmes em coprodução com a Globo Filmes e distribuição da Imovision.

Fonte: Imovision (via press-release)

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Jon Bernthal,

MARVEL - O JUSTICEIRO | Netflix revela a primeira imagem e teaser

Jon Bernthal retorna ao papel de Frank Castle, visto na segunda temporada de Marvel - Demolidor
A Netflix revela a primeira imagem e teaser de Marvel - O Justiceiro. Jon Bernthal retorna ao papel de Frank Castle, apresentado aos fãs na segunda temporada da série original NetflixMarvel - Demolidor. Steve Lightfoot (Hannibal) atua como produtor executivo eshowrunner, além de assinar o roteiro dos dois primeiros episódios da série.  
Confira:



Marvel - O Justiceiro é a sexta série da parceria entre a Marvel Television e a Netflix, incluindo Marvel - Demolidor, Marvel - Luke Cage, Marvel - Jessica Jones, Marvel - Punho de Ferro e Marvel - Os Defensores.
Marvel - O Justiceiro é produzida pela Marvel Television em associação com ABC Studios para Netflix.

Fonte: Netflix (via e-mail).

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Ric Flair,

WRESTLING | Após coma induzido, Ric Flair já está acordado e se recuperando da cirurgia


Como noticiamos na semana passada, o ícone do pro-wrestling e Hall of Famer da WWE, Ric Flair, foi hospitalizado com sérios problemas de saúde. Ele inclusive estava em coma induzido e fez uma cirurgia. Hoje tivemos a boa notícia de que o 16 vezes campeão do título máximo da WWE já está acordado e se comunicando.

De acordo com o Bleeding Cool, o superastro já estaria inclusive divertindo-se com as enfermeiras. Fique ligado para mais informações sobre o estado de saúde do nosso campeão.

Melhoras Ric.

Fonte: BC.

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Boneco de Neve,

BONECO DE NEVE | Fassbender em destaque no novo cartaz

A Universal Pictures divulgou um novo cartaz do thrillerBoneco de Neve” ('The Snowman'), longa inspirado no best-seller homônimo de Jo Nesbø que vendeu mais de 20 milhões de cópias em todo o mundo. A imagem, que destaca o protagonista interpretado por Michael Fassbender (foto), traz a frase “Quando cai a primeira neve, a busca pelo assassino começa”. Confira:
Cartaz oficial (Divulgação)

Com direção de Tomas Alfredson, o filme retrata a história do detetive Harry Hole (Fassbender), que investiga o desaparecimento de uma vitima na primeira neve do inverno e teme que o crime possa estar relacionado a um assassino em série. Com a ajuda de uma recruta (Rebecca Ferguson), o policial deve conectar casos arquivados de décadas atrás com o novo crime na esperança de desvendar o mistério antes da próxima nevasca.

O filme tem distribuição da Universal Pictures e chega aos cinemas em dezembro de 2017.

Fonte: Universal Pictures (via press-release)

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Alessandra Maestrini,

DUAS DE MIM | Thalita Carauta e Cininha de Paula explicam fascínio pela nova comédia

Com mais de 30 anos de carreira, Cininha de Paula explica, em novo vídeo de bastidores, o motivo de ter escolhido a comédia "Duas de Mim" para experimentar o cinema: “''Duas de Mim' é uma crônica do cotidiano. Eu precisava encontrar algo que me mobilizasse, ter tempo e estar pronta ou acreditar que estava. Suryellen é uma mulher comum. Caso ela se desequilibre, tudo vai por água abaixo. A personagem, na verdade, conta a história de todas nós, mulheres do mundo inteiro, e mostra a nossa autonomia e nosso empoderamento”, define.

>>> Clique AQUI para assistir o vídeo!

Ela é uma mulher de subúrbio, um retrato feminino mesmo. Batalhadora, que tem filho. Separada, mas o ex-marido não ajuda. Ela mora com a irmã e a mãe e todo mundo é meio que encostado nela”, descreve Thalita Carauta (foto).

A comédia - que chega às telonas no dia 28/09/2017 - traz a história de Suryellen (Thalita Carauta), cozinheira de mão cheia que precisa se virar sozinha para dar conta das cobranças no trabalho, do sustento da família e da educação do filho. O sonho dela é ter uma versão de si mesma para ajudá-la na correria do dia a dia. E não é que ela encontra uma boleira mágica que realiza o seu desejo? Enquanto Suryellen é tímida, a sua sósia é o seu oposto. E o que a cozinheira não esperava é que a cópia trouxesse mais problemas do que soluções.

Além da atriz, “Duas de Mim” ainda conta com nomes como o cantor Latino, Márcio Garcia, Alessandra Maestrini, Luma Costa, Polly Marinho, Nizo Neto, Gil Coelho, Stella Miranda e traz ainda participações dos chefs Claude Troisgros, Flávia Quaresma e Andre Mifano.

O longa-metragem é uma produção da Migdal Filmes, com distribuição da Paris Filmes / Downtown Filmes, coprodução da Globo Filmes, do Telecine e da RioFilme, além do investimento do BBDTVM.

Fonte: Paris Filmes (via press-release)

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Jerry Lewis,

OBITUÁRIO | Nosso querido Mestre, Jerry Lewis, faleceu aos 91 anos


Nem bem ficamos enlutados com a passagem de Paulo Silvino e recebemos, com tristeza, a notícia da morte de Jerry Lewis. Ele tinha 91 anos.

"O céu está cada vez mais incrível", postou em uma rede social o humorista Leandro Hassum, e concordamos com ele. Jerry Lewis era não só uma referência no que diz respeito à comédia, ele também era conhecido como o Rei do gênero, um dos artistas mais influentes de todos os tempos.

O ator faleceu hoje em sua casa em Las Vegas e, segundo seu agente, ainda não sobre o motivo de sua morte, mas o ator lutava contra um quadro de infecção urinária.

Em mais de setenta créditos como ator, seus filmes mais famosos são Mensageiro Trapalhão (1960), O Professor Aloprado (1963) e O Rei da Comédia (1982). Lewis chegou a contracenar com o Leandro Hassum no longa Até que a Sorte nos Separe 2, mas seu último trabalho foi em A Sacada, com Nicolas Cage e Elijah Wood.

Imitado, porém nunca igualado, agora, resta-nos sua história como artista e filantropo. E é claro, os filmes, que certamente o eternizarão.

Descanse em paz, Mestre.

Fonte: G1.

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