Game,

GAME XP | Evento apresenta a PES 2019 Experience da KONAMI


O modo de treino do game de futebol poderá ser experimentado pelo público no maior evento de games da América Latina


Será que você é tão bom na vida real quanto é no PES? Essa pergunta poderá ser respondida ao vivo na edição 2018 da Game XP. A Konami Digital Entertainment, publisher do simulador de futebol PES 2019, terá uma área em tamanho real com os principais testes de habilidade do game. A atração estará na Experience Bay, área do Game Park que coloca o público literalmente dentro do jogo.

Quatro testes de habilidades foram escolhidos para fazerem parte da PES 2019 Experience: Precisão de chute, circuito de dribles, agilidade dos toques e partidas de três contra três. Até vinte pessoas poderão participar de cada rodada da ativação.


“O brasileiro é apaixonado por futebol e por games de futebol. Então faz total sentido ter essa ativação do PES na Game XP. É a união dos dois mundos. São os mesmos testes de habilidade do jogo e o público vai se sentir imerso na ambientação que produzimos. Só não dá para garantir que os resultados serão os mesmos do game. Para isso, tem que ter habilidade nos dedos e nos pés” explica Roberto Fabri, CMO da GAME XP e da Omelete Company.


As atrações da Experience Bay só podem ser acessadas por quem estiver com calçado fechado. Pessoas com sandálias e chinelos, por questão de segurança, não poderão se divertir com as mais de dez atrações do espaço.

Sobre a Game XP

A Game XP é o maior evento gamer da América Latina e, a partir de 2018, o primeiro Game Park do mundo. A estreia aconteceu no Rock in Rio 2017, quando recebeu 361 mil pessoas durante o festival. Este ano será realizado de forma independente e ocupará, por quatro dias, as três arenas olímpicas da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, que se tornarão a Oi Game Arena, a GamePlay Arena e a Inova Arena, além de uma área externa de 100 mil metros quadrados com ativações para os visitantes. A Game XP é uma parceria dos criadores do Rock in Rio, da CCXP e o Grupo Globo.

SERVIÇO

Game XP 2018
Data: 06, 07, 08 e 09 de setembro
Hora: 12h às 21h
Local: Parque Olímpico do Rio de Janeiro - Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Ingressos e estacionamento: ingressos.gamexp.com.br
06/09: R$ 130 (inteira), R$ 65 (meia) – Família R$ 260
07, 08 e 09/09: R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia) – Família R$ 300
Pacote para os 4 dias: R$ 450 (inteira) e R$ 225 (meia)

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Game,

GAME XP | O The Enemy, plataforma de games, eSports e tech do Omelete&Co fará a cobertura oficial da Game XP


Estúdio, na GamePlay Arena, terá mais de 30 horas de transmissões ao vivo


A cobertura oficial da Game XP 2018 será feita pelo The Enemy, plataforma de games, eSports e tecnologia do Omelete&Co, e contará com transmissões ao vivo durante os quatro dias do evento.  A estrutura do estúdio está montada em um espaço localizado na GamePlay Arena (Arena 2). O local abrigará as transmissões, redação para a equipe e uma área de meet&greet.

Do estúdio, a equipe fará mais de 30 horas de transmissões ao vivo, mostrando as atrações, torneios de eSports e as novidades reveladas durante o evento. O espaço também vai receber a presença de convidados da Game XP, como Pyong Lee, Davy Jones, Nyvi Estephan e muitos outros.

"Depois de se firmar como uma referência na cobertura de games brasileira, o The Enemy trará uma cobertura ainda maior nesta Game XP. Vamos mostrar todas as atrações do evento e manter nossa audiência conectada com as principais notícias de games, eSports e tecnologia no Brasil e no mundo", detalha o editor-chefe Luciano Amaral.

Sobre a Game XP

A Game XP é o maior evento gamer da América Latina e, a partir de 2018, o primeiro Game Park do mundo. A estreia aconteceu no Rock in Rio 2017, quando recebeu 361 mil pessoas durante o festival. Este ano será realizado de forma independente e ocupará, por quatro dias, as três arenas olímpicas da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, que se tornarão a Oi Game Arena, a GamePlay Arena e a Inova Arena, além de uma área externa de 100 mil metros quadrados com ativações para os visitantes. A Game XP é uma parceria dos criadores do Rock in Rio, da CCXP e o Grupo Globo.

SERVIÇO

Game XP 2018
Data: 06, 07, 08 e 09 de setembro
Hora: 12h às 21h
Local: Parque Olímpico do Rio de Janeiro - Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Ingressos e estacionamento: ingressos.gamexp.com.br 
06/09: R$ 130 (inteira), R$ 65 (meia) – Família R$ 260
07, 08 e 09/09: R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia) – Família R$ 300
Pacote para os 4 dias: R$ 450 (inteira) e R$ 225 (meia)

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Caio Rizzutti,

HOLIMAN | Banda paulista lança novo EP nas plataformas digitais

A banda Holiman lançou recentemente o EP “Perdão” - já disponível no Spotify, Apple Music, Deezer, Napster, Google Play, Shazam, Soundcloud, Musical.ly e nas principais plataformas de streaming musicais - e conta com três canções: a faixa-título, “Aqui” e “Complexo”.

O nome do EP foi uma sugestão de Paulo Vaz, produtor que incentivou o grupo a experimentar uma sonoridade acústica para ampliar os horizontes e alcançar novos públicos, preservando a identidade do trio. “Perdão” é uma história sendo contada, sobre um ser humano pedindo perdão a outro ser humano, se desculpando pelas coisas erradas que fez, mesmo sem a intenção de machucar o outro.

Já “Aqui” foi uma das primeiras composições após a banda passar por mudanças e encontrar seu próprio estilo musical. A canção foi uma forma de buscar um ritmo dançante e funkeado, mas com o peso clássico do rock. A música navega por inspirações que vão das bandas Arctic Monkeys a Paramore. Entre diversas ideias de desconstruções de padrão, a guitarra aparece na música em forma de percussão durante todo o verso, deixando o baixo ser o protagonista, no refrão os dois se encontram. A letra, de forma subjetiva, demonstra a insatisfação de alguém que se deixa levar pela obrigação de ser algo que lhe foi imposto, deixando de ser algo natural.

E a faixa “Complexo” - aquela que mais define o grupo atualmente - possui uma dinâmica bem distinta, um groove inspirado em bandas de black music dos anos 1970 e um rock pesado de bandas post-hardcore. Com essa mistura muito intensa na parte instrumental, a Holiman também traz essa intensidade na letra, ao retratar um tema delicado como a depressão.

São três músicas que resumem nosso processo de mudanças nesses anos de banda. Em cada uma delas, há elementos que buscamos em diversos estilos musicais, em busca de um som próprio que pudesse ser simples mas ao mesmo tempo diferente do óbvio”, comenta o vocalista Lucas Morais.
Arte de capa do EP "Perdão" da banda Holiman (Divulgação)

Caio Rizzutti, Callá e Morais buscavam uma sonoridade mais madura e uma repaginada no novo trabalho. Para isso chamaram Paulo Vaz, tecladista da banda Supercombo, para produzir o EP. Vaz comentou a união e não poupou elogios ao grupo: “Conheci Caio por amigos em comum há algum tempo. Quando resolveram fazer esse novo projeto, vieram falar comigo. Ouvi o trabalho deles, selecionamos algumas músicas - eles chegaram com várias - e selecionamos essas 3 para o EP. Foi um trabalho muito legal de fazer. São meninos novos, mas muito talentosos. Foi muito prazeroso, junto com eles, moldar o que já era bom, lapidar o trabalho, desde o processo de pré-produção até as gravações. E o resultado ficou muito legal!”.

A banda Holiman - oriunda de São Paulo - surgiu em 2014 quando o vocalista Lucas Morais, o guitarrista Guilherme Callá e o baterista Caio Rizzutti iniciaram a história da banda, com o intuito de vivenciar a música no coletivo e buscar horizontes dos quais o trio sempre imaginou alcançar. Em 2015 lançaram o EP “Porta”, o trabalho conta com quatro músicas: “Metrópole”, “Epifania”, “Vencer” e “Contágio”.

Para informações sobre shows e futuros lançamentos, acesse a página oficial do Instagram da banda e a fanpage oficial no Facebook.

Fonte: Banda Holiman (via press-release) 

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animação,

CRÍTICA [CINEMA] | "Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas", por Kal J. Moon

Com dublagem de Charles Emmanuel, Manolo Rey, Luiza Palomanes, Eduardo Borgerth e Mariana Torres, o time infantil dos super-heróis mais querido de todos estreiam na telona em "Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas". Spoiler: o filme é o maior barato, viu?

"Não tenha vergonha do ridículo"
Escrito, produzido e dirigido pela mesma equipe criativa da série animada de grande sucesso entre a garotada - e de muito marmanjo também -, o longa dos Jovens Titãs explora MUITO BEM o humor nonsense visto na TV, adicionando interesse suficiente para que se assista essa tresloucada aventura no cinema sem necessidade da arrogante "adaptação" que sempre vemos em produções do gênero.

Na trama, os heróis Jovens Titãs - Robin (Manolo Rey), Estelar (Luiza Palomanes), Cyborg (Eduardo Borgherti), Mutano (Charles Emmanuel) e Ravena (Mariana Torres) - percebem que os principais super-heróis que existem por aí estão estrelando seus próprios filmes – quer dizer, todos, exceto os Jovens Titãs! Porém, o líder de fato do grupo, Robin, está determinado a resolver a situação e ser visto como um astro, ao invés de um fiel escudeiro. Se ao menos eles conseguissem fazer com que a mais badalado diretora de Hollywood os notasse... Com algumas ideias malucas e uma música no coração, os Jovens Titãs partem para Tinsel Town, determinados a realizar seu sonho. Contudo, tudo dá errado quando o grupo é enganado por um supervilão e seu plano insano para conquistar o planeta.

Mesmo que o roteiro desenvolvido por Michael JelenicAaron Horvath - dirigido por Peter Rida Michail e pelo próprio Horvath - seja mais direcionado a um público mais jovem (ou que curta a série animada), o público adulto captará muitas piadas a ele, com muitas menções aos personagens da Marvel Comics - tem até a esperta zoação à costumeira participação de Stan Lee nesses filmes!  - e à Disney - se você é fã de "O Rei Leão", vai rir alto com uma cena -, aparição de personagens menos conhecidos do grande público como Homem-Animal, Monstro do Pântano, Jonah Hex e Desafiadores do Desconhecido - estes últimos são piada recorrente durante a exibição -, diversas citações visuais à clássica minissérie "Watchmen" e muitos, MUITOS outros. O filme abraça o ridículo com força, citando até mesmo a demora em ter feito um longa da Mulher-Maravilha, pedindo para esquecer AQUELE filme do Lanterna Verde, lembrando do clássico filme do Superman com o saudoso Christopher Reeve e, claro, tirando sarro do ~"momento Martha" de "Batman V Superman" (este último, até Zack Snyder teria gostado de assistir!).


(Aliás, no Brasil, quem dubla o Superman é Guilherme Briggs - que repete o papel aqui - mas na versão original tiveram A PACHORRA de chamar ninguém menos que Nicholas Cage para o papel! Não sou Capitão América mas saquei a referência...)

O longa animado ainda revela a expertise de 'mudar' o estilo de animação de quando em vez para emular situações vistas em desenhos animados alternativos exibidos pelo canal pago Cartoon Network e até mesmo animes - como numa cena onde "homenageia" o anime "One Punch Man".

A dublagem brasileira desta animação é o grande destaque por conta de manter o ritmo afiado e privilegiar o mesmo clima da TV, sem a necessidade de chamar atores que nem tem dublagens em seus currículos para emprestar vozes a personagens que, na maioria das vezes, não combinam com seus alter-egos - o que nem mesmo aumenta a bilheteria de um filme, no fim das contas (essa prática cafona já deveria ter sido abolida há muito tempo, diga-se de passagem). Charles Emmanuel, Manolo Rey, Luiza Palomanes, Eduardo Borgerth e Mariana Torres (e o adequado tom teatral melodramático do nobre Ricardo Schnetzer como o vilão Slade - "iiisssleeeeeeeeeeeeeeeeeide") dão o melhor de si - com esperta e precisa direção de dublagem de Marco Ribeiro - e exemplificam porque a dublagem brasileira é considerada a melhor do mundo por muitos profissionais da área. É algo que dá gosto de ver e ouvir - e dá orgulho também.


Como na grande maioria das animações infantis, o longa é recheado com algumas "canções motivacionais" no melhor estilo das clássicas animações da Disney. Uma em específico é bem interessante mas as outras talvez perturbe o público mais velho. Mas lembre-se: a série animada utiliza este recurso um bom número de vezes e é um filme direcionado à crianças menores. Portanto, faz parte da cartilha desse tipo de filme. Relaxe e aproveite a viagem pois o restante é o fino do que há de melhor em matéria de diversão e bom humor - e ainda serve de uma verdadeira catequese para apresentar diversos personagens da DC Comics a um público mais jovem (que sacada genial, Warner!).

Com um inacreditável número de citações para quem curte as histórias em quadrinhos - principalmente as clássicas -, o filme acerta justamente onde "Deadpool 2" errou rude: abraça o ridículo sem o temor de ser feliz. Vale MUITO a pena assistir no cinema! Vamos, abrace o ridículo! É divertido...

>>> ATENÇÃO: Antes do filme começar, tem um curta bacaninha das "DC Super Hero Girls" estrelado por Batgirl, Mulher-Maravilha, Supergirl e outras heroínas. E o filme tem duas cenas pós créditos: uma faz menção à primeira série animada "Jovens Titãs" - e confesso que não entendi muito bem do que se tratava (talvez uma prévia da série com atores?) e a outra é... bem, vocês vão ver.



Kal J. Moon nunca imaginou que um dia veria o Homem-Animal numa versão animada e se espantou quando soube que Nicholas Cage tem um filho chamado... Kal-El! (É SÉRIO!)

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Game,

GAME XP | Confira o aplicativo com programação completa do maior evento de games do Brasil

App traz atrações, horários e serviços para o público aproveitar o festival na palma da mão


A Game XP já está chegando e para ficar por dentro de toda programação, os visitantes já podem baixar o aplicativo oficial da edição 2018, com os serviços do primeiro Game Park do mundo. Pelo app, o público terá acesso à lista completa de atrações e poderá criar uma agenda personalizada, para receber notificações quando suas atrações “favoritadas” estiverem para começar. O app oficial da Game XP 2018 está disponível gratuitamente para os sistemas operacionais iOS e Android.



O aplicativo traz ainda a opção de tirar fotos com filtros exclusivos do evento, além de um mapa para ninguém ficar perdido, com dicas  sobre como chegar às arenas, praça de alimentação e demais espaços. Quem quiser saber sobre os expositores e artistas, terá informações em primeira mão, incluindo os locais onde estarão autografando e tirando fotos.

Com atualização em tempo real, o app é um verdadeiro Guia, onde o público poderá visualizar informações também sobre ingressos e como chegar ao evento. 

Sobre a Game XP

A Game XP é o maior evento gamer da América Latina e, a partir de 2018, o primeiro Game Park do mundo. A estreia aconteceu no Rock in Rio 2017, quando recebeu 361 mil pessoas durante o festival. Este ano será realizado de forma independente e ocupará, por quatro dias, as três arenas olímpicas da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, que se tornarão a Oi Game Arena, a GamePlay Arena e a Inova Arena, além de uma área externa de 100 mil metros quadrados com ativações para os visitantes. A Game XP é uma parceria dos criadores do Rock in Rio, da CCXP e o Grupo Globo.

SERVIÇO

Game XP 2018
Data: 06, 07, 08 e 09 de setembro
Hora: 12h às 21h
Local: Parque Olímpico do Rio de Janeiro - Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Ingressos e estacionamento: ingressos.gamexp.com.br
06/09: R$ 130 (inteira), R$ 65 (meia) – Família R$ 260
07, 08 e 09/09: R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia) – Família R$ 300
Pacote para os 4 dias: R$ 450 (inteira) e R$ 225 (meia)

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Cinema do Brasil,

YONLU | Thalles Cabral detalha processo de transformação para o filme

Quando estreou no Festival do Rio em 2017, "Yonlu" atraiu a atenção deste que vos fala, a ponto de colocá-lo na lista de melhores filmes daquele ano. Estreou com muitos elogios em São Paulo e no Rio Grande do Sul, onde arrebanhou algumas importantes premiações - como o Prêmio ABRACCINE de Melhor Filme Brasileiro de Diretor Estreante pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema na Mostra Internacional de Cinema em SP - e o olhar curioso de muitos que desejavam saber QUEM é o ator que personificou o jovem músico Yonlu nas telas do cinema (que estreia em circuito nacional em 30/08/2018), cujos nomes - tanto do ator quanto do personagem e do filme - eram colocados ao lado de um adjetivo sempre bem-vindo: "revelação".
Thalles Cabral no filme "Yonlu" (Divulgação)

Bem, a revelação tem nome: chama-se Thalles Cabral (foto). Nascido em 1994, natural de Porto Alegre (RS) mas cresceu em Curitiba (PR). Com uma relativamente curta carreira televisiva - esteve na novela "Amor à Vida" [TV Globo] ao lado de Mateus Solano -, teatral - está em cartaz e estreia outra peça com elenco estelar em breve -, musical - lançou recentemente 'Utopia', um disco com onze faixas - e cinematográfica - estará de volta ao cinema ao lado de ninguém menos que Paulo Miklos - , o jovem e multifacetado ator já está em "turnê" para promover este personagem tão importante.

Apesar da apertada agenda por conta da divulgação do filme "Yonlu" - dirigido por Hique Montanari, que entrevistamos AQUI -, Thalles Cabral respondeu a esta singela entrevista à equipe do site Poltrona POP. Confira:


Poltrona POP - Como se deu a construção dessa personagem para o filme, uma vez que é baseado numa pessoa real?
THALLES CABRAL - Primeiro, partimos do material que tínhamos do Vinicius [o nome real do artista Yonlu]. Eu tive acesso a alguns textos dele, poesias, algumas letras de músicas que não foram lançadas... Ele desenhava, fazia algumas tirinhas, e eu tive acesso a esse caderno, que era praticamente um diário que ele reunia esses trabalhos. Foi importante pra entender como pensava a mente dele, criativamente falando. Tem um texto que ele fala sobre alguns artistas e bandas, e eu escutava bastante o que ele costumava escutar, criei uma playlist só com os artistas que ele gostava, como Mutantes, Radiohead, entre outros. E foi interessante essa experiência, me levou pra esse universo dele.
Thalles Cabral no filme "Yonlu" (Divulgação)


Na questão física, eu estudei fotos dele pra entender como ele e o corpo dele se comportava e fui vendo fotos e vídeos, que ele mesmo filmava, pra entender como era esse comportamento físico. Partimos daí. Mas o Hique Montanari [diretor do filme "Yonlu"] me deu liberdade também para, em cima disso, ir criando com o que eu achava que seria interessante pro personagem. Teve momentos que eu não tive respostas, mas ia complementando com a construção que eu achava interessante para aquele personagem. Então, o Hique me deu liberdade pra isso, não foi algo completamente fechado
.


>>> Clique AQUI para ler nossa crítica do filme "Yonlu"!


PP - O fato de você também ser músico ajudou de alguma forma a captar a dor e o sofrimento do personagem
?
THALLES CABRAL - Eu acho que sim, me ajudou, mas não captar a dor e sofrimento, e sim a sensibilidade do personagem. Porque música é uma coisa muito especifica, ela te atinge em lugares muito complexos, e não físicos, que você, às vezes, não sabe como explicar. E as músicas dele, quando escuto, me trazem um sentimento que não sei elaborar, não sei como descrever. A música, a melodia, ela tem muita força. Sim, o fato de ser músico me ajudou a captar essa sensibilidade dele e do que ele tratava. Eu tive aulas de violão. Eu já tocava um pouco, mas tive aulas pra tentar me aproximar um pouco de como soava as gravações dele. E tem essa questão no filme que mostra o personagem compondo, criando pela primeira vez, encontrando aquelas melodias, aquelas letras experimentando coisas. Foi bem interessante...
O roteirista e diretor Hique Montanari observa
o ator Thalles Cabral no intervalo de uma cena de "Yonlu"
(Foto: Rodrigo Marroni / Divulgação "Yonlu, o filme")

PP - Como foi carregar o peso de ser o protagonista de um filme tão complexo - em essência e realização, algo até então não visto no cinema brasileiro
?
THALLES CABRAL - Foi uma grande oportunidade pra mim, eu nunca tinha feito cinema e, no meu primeiro filme, eu interpretar o protagonista, que não é qualquer protagonista, que tem uma série de conflitos, um personagem tão complexo quanto a forma do filme, mas acho que não foi um peso. No início, acho que não tive muita consciência disso. Eu embarquei total, eu queria fazer aquilo da melhor maneira possível. Eu já conhecia o trabalho dele, então queria fazer com muito carinho e não responder nada - até porque o filme não está aí para responder nada, ele existe para mostrar o lado artístico e criativo do Yonlu. Muito por isso, o filme chama 'Yonlu', e não Vinicius: a gente está falando do artista. Foi muito interessante, uma jornada que vou guardar para sempre. Foi um desafio pra mim. O filme é bastante experimental, no sentido de juntar muita coisa. Música, animação, fotografia... Tem momentos que a gente embarca no videoclipe de uma das músicas dele. Foi tudo muito intenso, mas divertido e prazeroso de fazer, pois eu consegui juntar tudo o que eu gosto em um trabalho só. Foi um junção maravilhosa!
"O filme existe para mostrar o lado artístico e criativo do Yonlu: a gente está falando do artista." 

(Thalles Cabral, ator)


Eu nunca tinha interpretado em inglês - eu falo, mas interpretar em inglês é uma outra coisa, é uma outra chave que se vira. Eu também nunca tinha tocado nenhum instrumento em um trabalho como ator, então foi uma experiência bem legal. Tem muita coisa do filme que a minha voz se mistura com a dele [Yonlu]. Então, algumas cenas, o Thalles começa a cantar e o Yonlu entra, e é uma junção, e ai você não sabe mais muito bem quem está cantando aquele trecho. A captação do áudio era valendo no set, além de entender a motivação daquela personagem e o estado que ele está naquela cena. Tinha também esse outro cuidado, com a afinação do violão, acertar os acordes, cantar tudo certo e afinado, com a interpretação e intenção certa da cena
.
O o ator Thalles Cabral repassa o texto com o roteirista
e diretor Hique Montanari em ensaio das filmagens de "Yonlu"
(Foto: Rodrigo Marroni / Divulgação "Yonlu, o filme")

PP - "Yonlu" teve sua estreia no Festival do Rio em 2017, com ótima recepção, o que garantiu ao filme alguns prêmios (em SP e RS). A que você atribui esse reconhecimento de público e crítica em relação a um tema tão delicado como a depressão numa pessoa tão jovem como o protagonista do filme?
THALLES CABRAL - Eu acho que o reconhecimento vem porque o público se identifica muito com aquele personagem. Eu tive bons feedbacks em relação a isso. A gente entra na mente daquele garoto extremamente talentoso e sensível e se identifica com algumas coisas que ele diz. Ele é um adolescente, tem questões que qualquer adolescente passa, então isso é interessante, o público se identifica com o personagem. 'Yonlu' é um filme completamente diferente - como você citou anteriormente, que é algo nunca visto no cinema brasileiro -, eu nunca assisti um filme no cinema nacional parecido com 'Yonlu'. Ele é um filme bastante artístico, no melhor sentido da palavra. Um filme que qualquer pessoa consegue se identificar. Não é focado em um nicho ou em um público só. É um filme que tem carisma. Não só bonito esteticamente, mas toda maneira poética e simbólica que o Hique [Montanari] cria no filme. É isso que cativa tanto: falar de um assunto tão delicado, mas de uma maneira bonita, que você entende e não tem julgamentos. Eu acho que é isso.

"Foi tudo muito intenso, mas divertido e prazeroso de fazer, 
pois eu consegui juntar tudo o que eu gosto em um trabalho só." 

(Thalles Cabral, ator)

PP - Quais seus próximos projetos em cinema, TV, teatro ou música?
THALLES CABRAL - Eu acabei de rodar um longa do Iberê Carvalho - um diretor de Brasília, que estreou com “O Último Cine Drive-in”. Agora é o segundo filme dele, chamado “O Homem Cordial” - protagonizado pelo Paulo Miklos - e é um grande filme. Quando eu li o roteiro pela primeira vez, falei: 'Preciso fazer parte desse filme, quero muito fazer'. É um filme extremamente atual, que levanta questões e debates muito interessantes, não só sobre classe social, mas também privilégios e raças. É um grande filme, tenho certeza que ele vai levantar muita discussão, de temas que a gente precisa falar - esse filme deve estrear ano que vem. Acabei de estrear no teatro com a peçaVincent River”, que é um texto de Philip Ridley e direção de Darson Ribeiro. É uma peça que fala sobre relações familiares, violência, homofobia, entre outras questões. Em cena, [sou] eu com a Sandra Corveloni, uma baita atriz que conheci na época de “Amor à Vida” [novela de 2013, TV Globo] - estou encantado, aprendendo muito com a Sandra. Ficamos até o final de setembro de 2018 em cartaz, no Sesc Vila Mariana (SP), e a ideia é, depois, viajar com ela. 
O ator Thalles Cabral e a atriz Sandra Corveloni na peça teatral "Vincent River"
(Divulgação)

Recentemente, comecei a ensaiar um espetáculo novo: 'Dogville' - o filme de Lars von Trier vai ter uma adaptação pros palcos. É um projeto bem legal. São 16 atores em cena, um elenco dos sonhos: Mel Lisboa, Fabio Assunção, Selma Egrei, entre tantos outros. E vai ser algo bem interessante, eu gosto muito de Lars von Trier. Tô muito feliz de estar nesse projeto, que estreia no Rio de Janeiro em novembro de 2018 e faz temporada em São Paulo ano que vem. E de música, acabei de lançar um clipe, uma das faixas do álbum 'Utopia', que lancei ano passado. O clipe saiu em 21/8/2018 e é da faixa “Just When We Were High” e eu que dirigi
.
Capa do álbum Utopia, de Thalles Cabral
(Crédito: Pintura de Valentin Fischer, artista plástico alemão)

PP - Uma última declaração...?
THALLES CABRAL - Queria agradecer o pessoal do Poltrona Pop. Espero que a gente se encontre em breve. Um abração e até mais.

A Equipe Poltrona POP agradece ao ator Thalles Cabral pela entrevista mas também ao diretor Hique Montanari por possibilitar o contato e à dupla Bruna AlvesGabriela Carvalhal (da Tudo em Pauta Comunicação Integrada) por intermediar com o ator. Sucesso a todos!

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Cartazes,

LEGALIZE JÁ | Filme sobre início da banda Planet Hemp ganha cartaz e trailer!

Tem muita coisa errada, temos que reclamar”. Foi assim, com canções de denúncia social e resistência, que os amigos Skunk e Marcelo – atualmente conhecido como Marcelo D2 – deram os primeiros passos com a banda Planet Hemp. A relação de ambos é tema de “Legalize Já  –  Amizade Nunca Morre”, que estreia nos cinemas em 18/10/2018. Skunk - interpretado por Ícaro Silva (foto_ - é um artista que sonha em ganhar a vida com o seu talento, enquanto, Marcelo - vivido por Renato Góes (foto) - trabalha como camelô e não reconhece o potencial que tem como compositor e cantor. O trailer do longa, que mostra o encontro dos dois e as dificuldades que enfrentaram até o início da carreira.

>>> Clique AQUI para assistir!
Cartaz oficial (Divulgação)
A cinebiografia conquistou o prêmio de Melhor Ficção Nacional Segundo o Público na 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e também Melhor Longa-metragem pelo Júri Popular e Melhor Roteiro no 12º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, além de ter participado do Festival do Rio de 2017.

O cantor Marcelo D2 acompanhou de perto desde o início do projeto - que durou nove anos -, assina o argumento do filme junto do do diretor Johnny Araújo e é um dos responsáveis pela trilha sonora: "O filme ‘Legalize Já’ não é só sobre maconha. É uma história de amor. É um grito de liberdade. Um pé na porta. É reconhecer que você tem o seu espaço no mundo. O mundo é meu, o mundo é seu. O mundo é de todos nós", declara o rapper.

Para Ícaro Silva, o encontro entre Skunk e Marcelo foi um divisor de águas na vida pessoal e profissional do vocalista do Planet Hemp, além de ter um contexto instigante para a juventude no Brasil: "Fazer esse filme agora, falando do poder do encontro entre jovens e da possibilidade da mudança a partir do encontro, é genial, porque o nosso país vive um momento de desencontro. Poder falar que é muito mais se juntando do que se separando que a gente evolui, vai para a frente, constrói, é essencial", explica o ator.

Os diretores tiveram dificuldade para escolher quem iria interpretar o Marcelo D2, mas quando viram Renato Góes atuando, perceberam que ele era a aposta certa, justamente, pelos dois terem um brilho no olhar. O pernambucano precisou trabalhar para que o seu sotaque não interferisse na composição do personagem: "Dois fatores que me preocupavam muito eram o corpo e o sotaque. Eu não preciso imitar o Marcelo, eu preciso ir na essência. Se eu assistir ao filme e ver que o meu olho está falando a verdade, eu não vou me importar com o sotaque", revela o ator. No filme, Góes e Silva regravaram e cantam clássicos do Planet Hemp tais como “Legalize Já”, “Mantenha o Respeito” e “Phunky Buddha”.

Dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, com roteiro de Felipe Braga, o drama tem produção da Academia de Filmes, distribuição da RioFilme e Imagem Filmes e coprodução do Telecine e da RioFilme.

Este filme foi realizado com recursos da SABESP - Programa de Fomento ao Cinema Paulista - e do Programa de Apoio à Cultura - Lei Estadual 12.268/06, da Secretaria do Estado da Cultura e do Governo do Estado de São Paulo e com o apoio da Ancine – Prêmio Adicional de renda 2008.

Fonte: Imagem Filmes (via press-release)

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Charlie Day,

CRÍTICA [CINEMA] | "Hotel Artemis", por Marlo George

Drew Pearce apresenta mais um novo universo criminoso do cinema com Hotel Artemis

Reconheço o talento de Drew Pearce de outros carnavais, melhor dizendo, de outros roteiros. Com sua caneta de tinta fortíssima, Pearce é responsável por pérolas como No Heroics, minissérie com 6 episódios sobre um bar que recebe super-heróis no fim do expediente, para aquele happy-hour de lei, e Homem de Ferro 3, filme que tem um roteiro bem amarrado e arrojado demais para ser entendido por qualquer um. Além desses títulos, Pearce também trabalhou em Missão: Impossível - Nação Secreta, de 2015, e foi anunciado recentemente como roteirista do próximo filme dos Caça-Fantasmas, ainda sem título ou previsão de lançamento.

Bem, já era hora dele enfrentar um novo desafio e arriscar dirigir um filme para as telonas, tarefa que ainda não havia ousado fazer. Hotel Artemis, é o primeiro longa-metragem que escreveu e dirigiu para o cinema, mas o resultado ficou aquém do esperado. E eu acredito que o problema foi uma renúncia à ousadia, atributo que marcou sua carreira como roteirista.

É bom deixar claro que, apesar de bem sacada, a minissérie No Heroics não é muito conhecida, mesmo entre os fãs de filmes e séries de super-heróis. Além disso, Homem de Ferro 3 também não foi um longa bem recebido, especialmente pelo fato de Pearce ter modificado demais a personagem Mandarim, vilão clássico da Marvel. Ora, o que Pearce fez foi louvável, pois transformar um mero vilão de gibis arquetípico em uma personagem complexa e cheia de possibilidades dramáticas é ousadia que raramente se vê. Portanto, foi decepcionante assistir um longa dirigido por Pearce, tão fraco e sem brilho, nada imaginativo.


Hotel Artemis tem como cenário um hotel antigo na Califórnia do ano de 2028, que serve como fachada para uma "enfermaria de emergência" secreta usada por criminosos e figuras noturnas, malandros e otários. A trama apresenta uma personagem, "A Enfermeira", interpretada por Jodie Foster, que é o elo de ligação entre vários arcos individuais, cada um deles mostrando a história sob o ponto de vista de uma personagem específica. Conforme o filme vai se desenrolando, estes arcos encaminham-se para conclusão, cada um seguindo em uma direção diferente, mas que fatalmente irão chegar no mesmo destino ao final da fita. Como a história se passa quase que inteiramente neste cenário, o hotel do título, são criadas várias possibilidades que se bem apresentadas ou melhor amarradas resultariam em um longa bem diferente do que foi exibido. Pearce amarrou as pontas soltas e uniu as tramas paralelas de modo muito simples, com as soluções mais óbvias e nada imaginativas possíveis. Além disso, a trama tem como pano de fundo uma série de revoltas que estão rolando pelas redondezas e que vem sendo combatidas pela Pro-Shield, instituição ficcional que é apenas mencionada e não tem relação com o restante do enredo.

Outro problema foi a falta de desenvolvimento de personagens. Para um filme cujo um dos gêneros em que se enquadra é o suspense, é obrigatório criar personagens que sejam carismáticos o suficiente para que o espectador se importe com os seus destinos. Quando ocorre de não haver identificação deste com nenhuma das personagens da história, nem mesmo a melhor trama é capaz de fazer com que o filme funcione e cumpra sua função como entretenimento. Fica chato. O que foi o caso.


Apesar de tudo que foi dito acima, é preciso reconhecer que o filme é bem dirigido. Os atores estão bem à vontade em seus papéis e há química no elenco. O filme tem boa direção de fotografia, ressaltando-se o fato de que são poucas locações, a iluminação dá um clima noir que e muito bem-vindo e a edição entrega um longa gostoso de assistir, com algumas cenas de ação bem ensaiadas e trilha sonora bacana, com clássicos dos anos 70. Lembra, em muitos aspectos, os filmes do início de carreira de Quentin Tarantino e Eli Roth.

Pela falta de desenvolvimento de personagens, já citada, o elenco foi prejudicado. Com dois veteranos, Foster e Jeff Goldblum, e um elenco de estrelas emergentes como Sterling K. Brown (Pantera Negra), Sofia Boutella (A Múmia), Dave Bautista (Guardiões da Galáxia), Zachary Quinto (Star Trek) e Charlie Day (Círculo de Fogo), Hotel Artemis tem um elenco estelar que poderia ter sido melhor aproveitado.


Sofia Boutella é uma boa atriz, mas acabou meio que repetindo o mesmo papel de Kingsman: Serviço Secreto, de 2014, filme que a revelou. Nice de Hotel Artemis é basicamente a mesma personagem do filme baseado nos quadrinho de Mark Millar e David Gibbons, Gazelle. Não fosse por um detalhe que as tornam fisicamente diferentes, seria possível dizer que se tratava da mesma personagem.

Oriundo do pro-wrestling norte-americano, Dave Bautista vem chamando atenção ultimamente, especialmente pelo seu bom desempenho em Vingadores: Guerra Infinita, tornando-se meme na internet por causa da cena da "invisibilidade" e também por ter se insurgido contra a dispensa de James Gunn da direção de Guardiões da Galáxia 3, projeto que foi inclusive suspenso recentemente. Em Hotel Artemis o ator tenta ser engraçado, mas falha terrivelmente. Novamente por culpa do roteiro e suas piadas sem graça.

Zaquary Quinto, o Sr. Spock de Star Trek, filme de 2009 que inaugurou a linha do tempo Kelvin e que já conta com duas sequências, também está em Hotel Artemis, como o abobalhado Crosby Franklin. Com pouco tempo de tela, não foi capaz de mostrar muito, mas divide uma cena impagável com Jeff Goldblum, que é um dos personagens mais legais do longa. Goldblum é um monstro, dono de um talento dramático natural, mas não foi capaz de salvar o filme.

Quem literalmente salva, não o filme, mas seu arco, é o ator Charlie Day. Comediante talentosíssimo, bom de tempo e de marcação, é o único alento em meio ao caos. Seu personagem é, de longe, o mais bem explorado do longa.

E finalmente vou falar de Sterling K. Brown, hypado atualmente, justificadamente por ter ganhou o Emmy de Melhor Ator em Série Dramática por This Is Us, da FOX, pode servir como um chamariz de público para o filme, mas não teve boa atuação e foi mais um entre os prejudicados pela falta de ousadia do roteiro.

Uma pena ter de falar tão mal de um filme que eu tanto esperei. O que resta desta obra são possibilidades de que novas histórias deste universo ficcional sejam escritas, pois existe espaço pra isso, para que possamos saber um pouco mais sobre a Califórnia de 2028, a Pro-Shield e os demais hotéis do cenário criado por Pearce. Nos créditos foi pincelada uma dica de que isso pode vir à acontecer. Vamos aguardar a próxima. Se houver.





Marlo George assistiu, escreveu e não vai diminuir-se dizendo que Drew Pearce roubou a ideia de John Wick. Não foi isso que aconteceu e quem diz isso não sabe o que diz.

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Art Street (Game XP),

GAME XP | Ivan Reis confirma presença na Art Street


Fãs poderão ver de perto os desenhos de um dos mais importantes quadrinistas brasileiros de todos os tempos


Que todo dia a programação da Game XP traz uma novidade incrível a gente já sabe. E desta vez, a Art Street, espaço da GamePlay Arena dedicado exclusivamente a ilustradores e quadrinistas, anuncia a presença do quadrinista brasileiro Ivan Reis, que retorna ao Rio de Janeiro após vários anos para encontrar seus fãs na Game XP.

Considerado um dos quadrinistas mais importantes do mundo, atualmente o artista é exclusivo de HQs da DC Comics em diversos títulos e foi escolhido este ano para ser o responsável pela arte da nova revista do Superman, justamente no ano de comemoração dos 80 anos do personagem.

Ele ganhou notoriedade na DC Comics ao revitalizar, ao lado de Geoff Johns, personagens importantes como Lanterna Verde e Aquaman.


Recentemente, criou artes conceituais para o filme do Aquaman, que estreia no Brasil em 14 de dezembro. Muitos dos designs de personagens, criaturas e ambientes criados por Ivan Reis para a HQ podem ser vistos no trailer e nas imagens já divulgadas do longa. Além disso, o artista é responsável pelo design conceitual de action figures da linha "By Ivan Reis" da Iron Studios, que são lançadas em eventos como a CCXP e a San Diego Comic Con.

Sucesso na edição passada, este ano a Art Street será ocupada por artistas convidados, entre os confirmados estão os irmãos do canal Castro Brothers e Raquel Segal, criadora da página “Aquele Eita”.


“Na Art Street, os visitantes da Game XP têm a experiência única de estarem frente a frente com seus artistas, quadrinistas e ilustradores favoritos. É uma oportunidade para conhecer e comprar os últimos lançamentos desses criadores, bater um papo, tirar uma foto e pegar um autógrafo”, comenta Roberto Fabri, CMO da Game XP e da Omelete Company.

Sobre a Game XP
A Game XP é o maior evento gamer da América Latina e, a partir de 2018, o primeiro Game Park do mundo. A estreia aconteceu no Rock in Rio 2017, quando recebeu 361 mil pessoas durante o festival. Este ano será realizado de forma independente e ocupará, por quatro dias, as três arenas olímpicas da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, que se tornarão a Oi Game Arena, a GamePlay Arena e a Inova Arena, além de uma área externa de 100 mil metros quadrados com ativações para os visitantes. A Game XP é uma parceria dos criadores do Rock in Rio, da CCXP e do Grupo Globo.

SERVIÇO

Game XP 2018
Data: 06, 07, 08 e 09 de setembro
Hora: 12h às 21h
Local: Parque Olímpico do Rio de Janeiro - Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Ingressos e estacionamento: ingressos.gamexp.com.br
06/09: R$ 130 (inteira), R$ 65 (meia) – Família R$ 260
07, 08 e 09/09: R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia) – Família R$ 300
Pacote para os 4 dias: R$ 450 (inteira) e R$ 225 (meia)

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Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald,

ANIMAIS FANTÁSTICOS 2 | Nova foto de produção divulgada

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald, sequência da franquia Wizarding World, criada por J.K. Rowling, teve nova imagem de produção divulgada, na qual podemos ver o protagonista, Newt Scamander (Eddie Redmayne), Theseus Scamander (Callum Turner) e o diretor David Yates.

Escrito por J.K. Rowling, o filme tem previsão de estreia em 15 de novembro.

Confira:


Fonte: IMDB.

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Andrew Lincoln,

THE WALKING DEAD | Confira 12 novas imagens da nona temporada

The Walking Dead, série baseada nos quadrinhos de Robert Kirkman, ganhou novas imagens da nona temporada, que estreia em 07 de outubro nos EUA.

Estrelada por Andrew Lincoln, Norman Reedus, Melissa McBride, e grande elenco, é exibida no Brasil pelo canal FOX.

Confira:













Fonte: IMDB.

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Bill Nighy,

DETECTIVE PIKACHU | Filme ganhou cartaz internacional

Detective Pikachu, filme baseado na franquia de card-games e videogames da Nintendo, Pokémon, acaba de ganhar cartaz que destaca a logo internacional do longa metragem.

Dirigido por Rob Letterman, que escreveu o roteiro com Nicole Perlman, e estrelado por Ryan Reynolds, Kathryn Newton, Bill Nighy e Ken Watanabe, tem previsão de estreia em 09 de maio de 2019.

Confira:


Fonte: IMDb.

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Cartazes,

PUNHO DE FERRO | Cartaz internacional da segunda temporada

Punho de Ferro, série da Marvel e Netflix, criada por Scott Buck e que retorna em sua segunda temporada em 07 de setembro, ganhou novo cartaz, que traz o herói título, vivido por Finn Jones, e sua companheira Colleen Wing, encarnada por Jessica Henwick.

Confira:


Fonte: IMDb.

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animação,

CRÍTICA [CINEMA] | "Yonlu", por Kal J. Moon

Dirigido por Hique Montanari e estrelado por Thalles Cabral (foto), "Yonlu" - que fez sua estreia  no Festival do Rio e ganhou o Prêmio ABRACCINE de Melhor Filme Brasileiro de Diretor Estreante pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo em 2017 - mostra uma realidade perturbadora, que poderia - e deveria - ser evitada.


Frescor
A sociedade moderna, infelizmente, ainda não percebeu que as doenças psicossociais são alguns dos maiores males que tem notícia neste admirável mundo novo. Muito se cobra acerca de status profissional e financeiro, capacidade intelectual, vestimentas mas esquece-se que diversas pessoas sofrem com transtornos e distúrbios psicológicos graves justamente advindos desse tipo de cobrança que a própria sociedade impõe. O filme "Yonlu" é um misto de homenagem, denúncia e lamento. Tudo feito com sensibilidade e urgência, como não poderia deixar de ser.

A trama adapta livremente a história real do jovem músico e internauta brasileiro Yonlu que conquistou seguidores de diversas partes do mundo com suas músicas e trabalhos que publicava na internet. Sozinho em seu quarto, no entanto, ele participava de um fórum de potenciais suicidas, onde encontrou estímulo para tirar sua própria vida - mesmo se consultando regularmente com um psicólogo, que o ajudava em diversos momentos de crise.


O mérito do êxito narrativo de "Yonlu" pode ser dividido com quatro responsáveis: 1) o próprio diretor Hique Montanari - que também assina o roteiro - soube usar de parcimônia para contar, de forma livre e nada linear, a história dessa personagem tão interessante e tão complexa, usando referências visuais que lembram o cinema feito por Kubrick, Lynch e Von Trier, resultando num formato nada usual no cinema brasileiro; 2) A trilha sonora com diversas canções do próprio Yonlu - aliadas aos belos temas originais compostas por Nando Barth - trazem beleza e melancolia à narrativa; 3) E também, obviamente, a escolha de Thalles Cabral para viver o jovem músico, cheio de talento, de opiniões fortes, de ar blasé e postura teatral - os caminhos cênicos seguidos por ele dão um charme a mais em todas as cenas que participa; 4) Além, claro, do próprio Yonlu, possuidor de uma obra musical tão relevante que acabou tendo um CD internacional póstumo lançado pela Luaka Bop – gravadora de discos criadas por David Byrne (sim, AQUELE ex-integrante da banda Talking Heads). Suas letras e arranjos ainda mostram como aquele garoto estava bem à frente de sua geração musicalmente falando, tanto no Brasil como no exterior.

(O curioso é que o roteiro acerta ao não transformar o protagonista num típico "cara legal" ou num "coitado". Yonlu estudava e era bom aluno, falava inglês muito bem, sua família era amorosa e atenciosa, ele tratava seus distúrbios com um profissional da área mas, mesmo assim, não se sentia confortável nesse mundo estranho que vivemos. E o espectador TORCE pelo personagem, mesmo sabendo da tragédia que se aproxima. Acreditem: é virtualmente impossível não chorar quando vemos o Yonlu da vida real fazendo sua música em uma das cenas mais comoventes desse filme)



A proposta de “Yonlu” não é criar uma cinebiografia convencional mas sim uma "reinvenção" baseada em terríveis fatos, misturando cenas com atores e animação - feitas pela Osso Filmes a partir de ilustrações feitas pelo próprio Yonlu -, reunindo elementos de diferentes linguagens, como de videoclipe, cinema experimental e documental, onde realidade e ficção se misturam em cenas onde o protagonista aparece como um astronauta, onde o fórum que pesquisava é transformado visualmente num salão verde com pessoas vestidas em mantos pretos ou mesmo quando o protagonista presencia um balé aéreo desempenhado por profissionais auxiliados por cabos num prédio em plena luz do dia, trazendo um visual poderoso e onírico à trama - nada mais apropriado, uma vez que a vida é breve como um sonho bom. Escolha ousada e acertada de Hique Montanari, que, com isso, conseguiu envolver a plateia indo da indignação ao lamento, entendendo o drama daquele jovem e mostrando, quase como um apelo, que depressão não é frescura, que é uma doença grave e que precisa de tratamento especializado, que precisa de atenção redobrada da família e amigos. E que precisa, urgentemente, deixar de ser considerada ~"frescura" por todos ao nosso redor.

Enquanto estiver na moda a hiper-valorização da morte premeditada de astros e estrelas ou que a depressão seja tratada como algo "passageiro" -  ou mesmo uma doença "cool" -, filmes como "Yonlu" serão cada vez mais atuais. E, infelizmente, necessários.

(Se você, que acabou de ler essa crítica, está passando por momentos de depressão, procure ajuda. Entre em contato com o CVV ou procure um profissional médico urgentemente. Eu acredito em você. Pode até demorar, eu sei, mas vai dar tudo certo...)

>>> Lembrete"Yonlu" entrará em circuito comercial das salas de cinema brasileiras no primeiro semestre de 2018. No exterior, também entrará em circuito comercial, embora não tenhamos maiores informações sobre isso. O filme ainda está e será inscrito em inúmeros festivais nacionais e internacionais de cinema, antes de se estabelecer no circuito comercial.


Kal J. Moon lamenta que alguém tão talentoso tenha decidido ir embora cedo demais...

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Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald,

GAME XP | Warner Bros. lança LEGO DC Super-Villains e trará figurinos de Animais Fantásticos 2



Com espaços dedicados aos games e aos filmes, como o tour de figurinos do filme Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald, a Warner Bros. terá diversas atrações para o público

A Warner Bros. terá presença marcante na edição deste ano da Game XP, que acontece durante dos dias 6, 7, 8 e 9 de setembro, nas arenas olímpicas da Barra da Tijuca. Serão dois estandes com oitenta metros quadrados na Game Play Arena (Arena Olímpica 2). No espaço dedicado à Warner Games, a estrela será o lançamento do jogo LEGO DC Super-Villains com totens de gameplay disponíveis e oportunidades de foto, além das finais brasileiras da segunda temporada da Liga Latina de Injustice 2, que acontecerá no palco do evento. Já a Warner Bros. Pictures fará a primeira parada do tour de figurinos originais do filme Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald, que faz parte do Mundo Bruxo de JK Rowling, na Game XP. Serão quatro figurinos originais do filme, utilizados pelas personagens Newt Scamander, Tina Goldstein, Queenie Goldstein e Jacob Kowalski.

Os figurinos serão expostos em manequins feitos sob medida, com as mesmas características físicas dos atores Eddie Redmayne (Newt), Katherine Waterston (Tina), Alison Sudol (Queenie) e Dan Fogler (Jacob). Após a Game XP, a tour segue por diversos pontos do país fazendo a promoção do filme, que estreia em novembro.


“Para a WB Games é uma grande honra poder atuar junto à organização da GameXP e oferecer ao público uma experiência única. Durante o evento, traremos em primeira mão para o consumidor brasileiro o gameplay do jogo LEGO DC Super-Villains, além das finais brasileiras da segunda temporada da Liga Latina de Injustice 2, disputando uma premiação em dinheiro e duas vagas em torneio internacional. Ao todo teremos 16 jogadores disputando o título de campeão brasileiro em partidas transmitidas pela maior tela de games do mundo, proporcionando um show de imagens, som e luz para quem estiver acompanhando em um dos quatro mil lugares da arena. Será um grande espetáculo”, destaca o diretor de marketing da Warner Bros. Home Entertainment, Nelson Sambrano.

“A Warner Bros. é um importante player de ambas as indústrias e a presença da promoção do filme Animais Fantásticos 2 ressalta a importância do público game e da Game XP como plataforma de comunicação. Os estandes terão totens com jogos e ativações para os visitantes e oportunidade de foto muito bacanas.” comenta Roberta Coelho, diretora geral da Game XP.

Sobre a Game XP
A Game XP é o maior evento gamer da América Latina e, a partir de 2018, o primeiro Game Park do mundo. A estreia aconteceu no Rock in Rio 2017, quando recebeu 361 mil pessoas durante o festival. Este ano será realizado de forma independente e ocupará, por quatro dias, as três arenas olímpicas da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, que se tornarão a Oi Game Arena, a GamePlay Arena e a Inova Arena, além de uma área externa de 100 mil metros quadrados com ativações para os visitantes. A Game XP é uma parceria dos criadores do Rock in Rio, da CCXP e o Grupo Globo.

SERVIÇO

Game XP 2018
Data: 06, 07, 08 e 09 de setembro
Hora: 12h às 21h
Local: Parque Olímpico do Rio de Janeiro - Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Ingressos e estacionamento: ingressos.gamexp.com.br  
06/09: R$ 130 (inteira), R$ 65 (meia) – Família R$ 260
07, 08 e 09/09: R$ 150 (inteira) e R$ 75,00 (meia) – Família R$ 300
Pacote para os 4 dias: R$ 450 (inteira) e R$ 225 (meia)

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Game XP,

GAME XP | Liberada versão de 3 minutos do filme da campanha "Start a New Game"


Originalmente pensado como um curta-metragem, vídeo ganha cenas inéditas e estendidas


A Game XP, maior evento de games da América Latina e primeiro Game Park do mundo, divulgou em suas redes proprietárias o curta-metragem “Start a New Game”, com 3’ a produção é a versão estendida da peça homônima veiculada na Rede Globo em versões de 1’30” e 30”. A jornada da personagem principal agora é maior e com mais fases.

“O vídeo já havia sido pensado neste formato de curta-metragem. Temos um evento enorme tanto de tamanho quanto de atrações e gerido pelas principais produtoras de entretenimento do Brasil, queríamos algo memorável. Os cortes para a televisão precisam ser objetivos e já haviam ficado muito legais, mas o ‘Start a New Game’ que entregamos agora é um presente para os gamers de todas as gerações e um convite para estarem conosco na Game XP” explica Roberto Fabri, CMO da GAME XP e da Omelete Company.

“Ter uma mulher como protagonista é muito representativo. Nós já somos maioria no mundo gamer e nosso evento incentiva essa cena com duas competições femininas. Outra brincadeira que o vídeo propõe é procurar referência das principais franquias dos games e spoilers das atrações do Game Park”, comenta Roberta Coelho, diretora geral da Game XP e diretora de novos negócios do Rock in Rio.

Assista ao filme:


FICHA TÉCNICA

Título:  Start a New Game
Versão: 3’00”
Criação: Roberto Fabri, Claudio Villa, Rafael Barreiros
Gerente de Projetos: Carol Marques
Motion Design: Jorge Jr.
Aprovação: CCXP, Rock in Rio, Globo

Filme:
Produtora: Delicatessen Filmes
Produção Executiva: Renata Dumont
Atendimento: João Luz, Mari Pinheiro, Roberta Reigado e Thais Previato
Coordenação de Produção: Tathiana Pires
Coordenação de Pos Produção: Andre Serra
Finalizador: Rafael Hernandes

Direção: Chris Tex
Ass. de Direção: Luciano Arturo
Direção de Fotografia: Nixon
Direção de Arte: Luisa Kiddo e Ale Maestro
Produção de Objeto: Vanessa Utimura
Maquiagem de Efeitos: Rogerio Matua e Adriana Chepezan
Maquiagem: Juliana Alcantara
Figurino: Lis Bedini
Direção de Produção: Suyan Mariotti
Produção: Rafael Braga, Luana Moreira e Priscila Lima
Dublê: Gutemberg Lins e Aguias de Fogo Dublê
Efeitos Acrobáticos: André Fratelli

Montagem: Daniel Webber e Chris Tex
Correção de Cor: Bleach
Finalização: Tribbo Post
3d: Tribbo Post
Audio 30”: Mandril Audio
Audio 90”: King Crab

Elenco: Gabriela Di Grecco

Sobre a Game XP
A Game XP é o maior evento gamer da América Latina e, a partir de 2018, o primeiro Game Park do mundo. A estreia aconteceu no Rock in Rio 2017, quando recebeu 361 mil pessoas durante o festival. Este ano será realizado de forma independente e ocupará, por quatro dias, as três arenas olímpicas da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, que se tornarão a Oi Game Arena, a GamePlay Arena e a Inova Arena, além de uma área externa de 100 mil metros quadrados com ativações para os visitantes. A Game XP é uma parceria dos criadores do Rock in Rio, da CCXP e o Grupo Globo.

Fonte: Game XP (via e-mail).

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Canal Brasil,

FESTIVAL DE GRAMADO | Canal Brasil transmite ao vivo a cerimônia de premiação


No sábado, dia 25, a partir das 20h45, o Canal Brasil transmite ao vivo, direto do Palácio dos Festivais, a cerimônia de premiação do 46º Festival de Cinema de Gramado, com apresentação de Simone Zuccolotto e comentários de Roger Lerina e Luiz Zanin. A direção da transmissão ficará a cargo de Marlise Aude e a repórter Maria Clara Senra fará a cobertura do tapete vermelho.

Realizado desde 1973, o evento reúne grandes nomes da sétima arte, todos em busca do tão desejado Kikito. As obras brasileiras serão julgadas nas categorias de melhor filme, diretor, ator, atriz, fotografia, roteiro, montagem, direção de arte, trilha musical, ator coadjuvante, atriz coadjuvante e desenho de som, além de poderem receber os prêmios dos júris oficial e popular, e o oferecido pela crítica. Nesta edição, os filmes que concorrem ao Kikito são: O Banquete (2018), A Cidade dos Piratas (2018), Mormaço (2018), Simonal (2018), A Voz do Silêncio (2018) e Correndo Atrás (2018). 10 Segundos para Vencer (2018), Benzinho (2018) e Ferrugem (2018), coproduções do Canal Brasil, também disputam o sonhado troféu.


Cerimônia de premiação do 46º Festival de Cinema de Gramado
Sábado, dia 25 de agosto, às 20h45.

Fonte: Canal Brasil (via e-mail)

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