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PP LISTAS | Os MELHORES roteiros audiovisuais de 2025!

O momento mais esperados por cinéfilos do mundo inteiro é o da revelação da lista de melhores do ano que passou. Assim como uma tradição ancestral de algum rito passado de geração em geração, a lista serve não somente para ver se o gosto pessoal de cada um bate com o que a crítica está - ou não - aclamando. O ano que passou foi cada vez mais atípico, tendo mais produções em streaming elevando o nível da contação de história do que nas telonas - tão atípico que tivemos QUATRO grandes produções de terror nas posições mais altas do pódio...


Nosso rol é um pouco diferente dos demais pois contempla as melhores histórias, adaptações e tramas veiculadas em filmes, séries, animações ou produtos audiovisuais que estrearam - ou terminaram - no ano de 2025. E não importa se a produção citada é do ano anterior mas distribuidoras aproveitaram para soltar nos cinemas apenas em 2025 nos meses de janeiro, fevereiro e março (chamados "meses de descarte" - servindo apenas para movimentar as salas por conta das indicações em premiações). Como diria o filósofo Pedro Prado, "e quem disse que isso é problema meu?". Portanto, segue abaixo nossa lista definitiva de melhores roteiros de 2025...

14) A Mulher no Jardim (dir. Jaume Collet-Serra, Universal Pictures) | Um texto muito sensível sobre o perigo da depressão, criado no melhor estilo "Não entendeu? Quer que eu desenhe?". Muita gente torceu o nariz justamente por ser uma história travestida de trama de terror mas é um pesado drama que mostra todas as etapas de uma família superando o luto da pior forma possível. Um filme completamente subestimado pelo público e por boa parte da crítica - menos por nós! - que merece um espaço de apreciação para quem tem saudade de histórias que façam a audiência refletir sobre um assunto bem sério. Como diz nossa crítica, "Uma muita bem vinda lufada de ar fresco à seara do tão combalido mercado do terror psicológico".

13) Pequenas Coisas Como Estas (dir. Tim Mielants, O2 Play) | Um dos filmes mais subestimados do ano, visto por quase ninguém quando esteve nas salas de cinema, é uma verdadeira aula de composição de personagens, manipulação do público e execução do "mostre, não conte" que tantos metidos à besta exigem ver em obras mais populares - sendo que é neste tipo de filme, mais intimista, que esse recurso de roteiro merece espaço para ser devidamente implementado. Atuações hipnotizantes tanto do vencedor do Oscar Cillian Murphy quanto de Emily Watson, num verdadeiro duelo em cena. Um daqueles filmes "cinemão" dramático, com um assunto bem relevante e um final que deixa a audiência de alma lavada. Como bem o disse nossa crítica, "Assista, reflita, chore, indigne-se e não deixe acontecer novamente - nem aos seus e nem a ninguém".

12) Flow (dir. Gints Zilbalodis, Mares Filmes) | Como pode uma animação dizer tanto sem utilizar uma palavra sequer? É algo impressionante que o roteiro desse longa animado consegue fazer ao criar uma trama com ares de distopia mas que se aproxima bastante do que, um dia, pode realmente ser o fim da humanidade. E o senso de colaboração entre animais distintos traz aquela mensagem que pode até parecer panfletária para alguns mas que é exatamente o que a Humanidade precisa ouvir nesses tempos tão complicados de polarização. Não à toa, ganhou o cobiçado Oscar de Melhor Longa Animado naquele ano - desbancando candidatos com muito mais investimento de produção e marketing. Como disse nossa crítica, "Ver em tela bichos tão diferentes quanto uma capivara, uma garça, um cachorro e um lêmure colaborando entre si pelo simples propósito de sobreviver o máximo de tempo possível é lindo e tão atual na sociedade egoísta que temos atualmente...".

11) Round 6 - Temporada Final (dir. Hwang Dong-hyuk, Netflix) | Um verdadeiro fenômeno da cultura POP mundial, colocou as produções audiovisuais coreanas no mapa para que muita gente que nunca teve acesso a esse tipo de produção pudesse torcer por protagonistas de caráter duvidoso e se surpreender com reviravoltas nada costumeiras em séries norte-americanas. Mas todo início precisa encontrar seu fim e a última temporada, mesmo com percalços narrativos, alcança êxito em seus objetivos. Segundo nossa crítica, "termina sua obra com louvor, reafirmando seu status como um marco na televisão global".

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10) Homem com H (dir. Esmir Filho, Paris Filmes) | Provavelmente, uma das melhores cinebiografias de um artista brasileiro, seja em matéria de "recorte histórico" - mérito do também roteirista Esmir Filho -, seja em matéria de performance de elenco - com óbvio destaque de Jesuíta Barbosa "encarnando" o cantor e compositor Ney Matogrosso, com todas suas idiossincrasias, trejeitos e até se aproximando bastante de seu jeito de falar. O filme consegue abarcar, de forma satisfatória, as diversas fases do intérprete, contando ainda a difícil relação com seu pai hiper conservador. Um raro momento do cinema nacional em contar uma boa história que, por acaso, tem como protagonista um grande nome da música brasileira, de forma anárquica e poética, sem pudores. Ou, como bem disse nossa crítica, "Acerta e se estabelece como um dos melhores e mais ousados projetos audiovisuais produzidos no Brasil".

09) Splinter Cell - Deathwatch (dir. Guillaume Dousse e Félicien Colmet-Daage, Netflix) | Se você não é aficionado por games ou não acompanha as notícias veiculadas no site Poltrona POP - o que, por si só, é um grave erro -, provavelmente nem ficou sabendo que essa série animada (que tem roteiro de Derek Kolstad, uma das mentes criativas por trás da franquia "John Wick") foi uma das melhores que surgiram nos últimos dez anos. Com um estilo de character design que parece uma mistura de anime e quadrinho europeu, a animação traz um frescor em matéria de história mais "pé no chão", implementando aquele tipo de diversão "casca-grossa" à moda antiga, com personagens mais complexos do que geralmente se encontra nesse tipo de produção. Vale bastante a conferida pois é aquele tipo de programa que nos faz ver mais de um capítulo por vez... Se você é daqueles que curte filmes de ação mas sente falta de bons personagens, seus problemas, literalmente, acabaram. Só dá play. De nada.

08) Uma Batalha Após A Outra (dir. Paul Thomas Anderson, Warner Bros.) | Esse é um caso bem específico pois o roteiro precisou passar por uma adaptação - ou "atualização", como queiram - que mudou bastante do que estava no livro original de Thomas Pynchon. E como o também roteirista Paul Thomas Anderson já havia adaptado outro livro do mesmo escritor (para o filme "Vício Inerente"), aqui o processo foi um pouco mais "palatável" para um público muito mais amplo do que o costumeiro de suas obras. O resultado? Um dos filmes mais engraçados e cativantes do diretor, gerando situações que beiram o absurdo mas não são proibitivas como outras de suas obras. Destaque óbvio para a atuação de Sean Penn, que, quase literalmente, se transformou noutra pessoa, cheia de detalhes, problemas cognitivos, senso de ordem e objetivos questionáveis - de longe, uma das melhores performances do ano. Além disso, possui uma poderosa e necessária mensagem a ser propagada. Segundo nossa crítica, "tem o que dizer e o diz em alto e bom tom" -  o que lhe rendeu 13 indicações no Oscar 2026.

07) Nosferatu (dir. Robert Eggers, Universal Pictures) | Sendo indicado - e esnobado - no Oscar 2025, um dos filmes mais injustiçados na temporada passada de premiações, esse é o similar a uma edição de luxo de um livro clássico, com capa diferenciada, introdução de alguém muito influente e extras que enriquecem o texto principal, trazendo nova luz a uma conhecida história. O trabalho de pesquisa e acréscimo histórico realizado pelo também roteirista Robert Eggers é de tirar o chapéu vitoriano, pegando influências de diversas variantes da obra para compor o que pode ser considerada a versão definitiva de "Nosferatu". Tudo é superlativo aqui mas o que o diretor de fotografia Jarin Blaschke consegue com a iluminação vai servir de matéria para aulas de cinema ao redor do mundo inteiro. Pense num filme belo mas macabro... Como disse nossa crítica, "o que não se pode negar é que o 'Nosferatu' de Robert Eggers é um filme bem próximo da perfeição - o tanto quanto possível".

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06) The Pitt - Temporada 1 (criada por R. Scott Gemmill, HBO Max) | Essa foi uma daquelas produções com bastidores bem conturbados, pois foi acusada de "reboot não autorizado" de "E.R." (aqui, "Plantão Médico") pelo espólio de Michael Crichton (1942-2008). Independente disso, a série conquistou público e crítica, além dos muitos prêmios conquistados desde o final da primeira temporada. O que segue uma inusitada fórmula - uma mistura de qualquer série médica com a urgência de "24 Horas" - tornou-se um grande sucesso pois abriga uma miríade de personagens cativantes, com dramas reais e ainda aborda como o sistema de saúde norte-americano teve de adaptar em tempos pós pandemia. Segundo nossa crítica, "é aquele prato de arroz com feijão bem temperado mas traz algum frescor a um gênero repleto de clichês, apostando numa abordagem mais próxima do realismo e endossando os sacrifícios desse verdadeiro panteão heroico diante de dificuldades mil".

05) Adolescência (criada por Stephen Graham e Jack Thorne, Netflix) | Se você tem que assistir apenas uma minissérie de destaque de 2025, que seja essa. Não somente pela atualíssima temática mas pelo conjunto da obra, com performances tão realistas que mais parecem capturadas de um documentário. Não à toa, tem sido reconhecida nas atuais temporadas de premiação e, rapidamente, tornou-se uma verdadeira febre internet a fora. Destaque óbvio para o jovem Owen Cooper, mas todo o elenco está muito bem - quando foi a última vez que você presenciou um elenco inteiro estar bem em cena? Pois é. Como bem vaticinou nossa crítica, "é o tipo de programa para ser assistido por toda a família, não como entretenimento banal mas como algo a ser estudado e usado como parâmetro para evitar que as futuras gerações sucumbam perante o que os comportamentos gerados pela exposição a algoritmos ditam".

04) Dept. Q - Temporada 1 (criada por Scott Frank e Chandni Lakhani, Netflix) | Baseada numa série de livros - já publicada inclusive no Brasil -, essa série impressiona pela forma realista com que trata o trabalho de investigação da polícia e todos os seus pormenores. Reunindo um quarteto bem improvável de protagonistas, não tem como não destacar a entrega do ator Matthew Goode a um personagem detestável e irritante, mas igualmente fascinante. Talvez, o mais satisfatório nessa série policial seja a forma como a história é contada em duas linhas narrativas distintas e como elas podem ou não se bifurcar. Um texto primoroso, com atuações bem acima da média para o que, em outros tempos, seria somente mais uma amostra de "homens difíceis" da teledramaturgia mundial. Seguindo o que diz nossa crítica, "é um dos melhores programas televisivos do ano. Perfeita para "maratonar" - ainda mais depois daquela reviravolta do final do primeiro episódio...".

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03) A Hora do Mal (dir. Zach Cregger, Warner Bros.) | Uma das gratas surpresas na seara do terror em 2025, esse filme foi celebrado principalmente pelo seu roteiro singular, com múltiplos pontos de vista para contar a mesma (peculiar) história, criando um bem interessante quebra-cabeças narrativo. Ótimas atuações - com destaque mais do que óbvio para Amy Madigan , merecidamente indicada ao Oscar 2026 de Melhor Atriz Coadjuvante - e trama que não tem como descobrir o final nem sendo o melhor detetive da rua onde você mora. Vale cada segundo de exibição e sorte de quem apostou em assistir esse num cinema pois a imersão deve ter sido algo bem inusitado.

02) Frankenstein (dir. Guillermo del Toro, Netflix) | Indicado a nove categorias no Oscar 2026 - incluindo Melhor Filme -, num ano em que o terror esteve em alta com ótimos exemplares, esse foi, talvez, o filme mais cercado de polêmicas pois, a exemplo do já citado "Nosferatu", também se "atreveu" a acrescentar o que não existia na obra original, criando um híbrido que engloba delicadeza e agressividade com a mesma intensidade - ainda que, aqui, tenha sido mais divisivo que o filme comandado por Eggers. Porém, as premiações tem surpreendido em contemplar a performance de Jacob Elordi (o novo monstro sem nome) como um forte candidato a derrotar veteranos. Como estabeleceu nossa crítica, "entrega uma obra que é fiel ao espírito da obra de [Mary] Shelley, apesar das diferenças, provando (mais uma vez) ser o diretor ideal para explorar a humanidade no horror e o horror na humanidade".

01) Pecadores (dir. Ryan Coogler, Warner Bros.) | Com 16 indicações ao Oscar 2026 (incluindo Melhor Filme, tornando-se a produção com maior número de indicações da premiação da História do Cinema) primeiro lugar do nosso pódio imaginário foi, mais uma vez, para uma produção distribuída pela Warner Bros. - e, novamente, um filme de terror muito bem escrito, dirigido e com um elenco fabuloso. Ryan Coogler ficou famoso por ressuscitar uma franquia debilitada (com o primeiro "Creed") e a dar início ao primeiro filme de super-heróis com elenco majoritariamente afrodescendente (o primeiro "Pantera Negra") mas se destaca mesmo na verve autoral - ainda que bebendo de fontes duvidosas como a estrutura de "Um Drink no Inferno" - com um drama muito bem estabelecido que, por um acaso, tem vampiros no centro da trama. Uma obra singular em matéria de narrativa, não sendo necessariamente um musical mas com a música permeando toda a história de forma orgânica e natural. Vários destaques do elenco - como não destacar o que Michael B. Jordan faz como DOIS personagens distintos e cheios de personalidade ou a entrega de Miles Caton, que canta e atua como se não houvesse amanhã ou, ainda, Wunmi Mosaku, que vai de interesse amoroso à reforço místico em tempos de aflição, sem esquecer do sempre subestimado Delroy Lindo, que entrega, talvez, "a" composição do filme, com um personagem totalmente crível, ainda que com pouquísimo tempo de tela. Como bem o disse nossa crítica, "um projeto ousado para os atuais e homogêneos tempos atuais e, mesmo com alguns probleminhas no roteiro, vale cada segundo de exibição - principalmente por conta da surpresa da primeira cena pós-créditos...".

Menções honrosas
Wicked - Parte II (dir. Jon M. Chu, Universal Pictures) | Se considerarmos que "Wicked" e a segunda parte são, na verdade, um filme só, podemos considerar que, enquanto obra e fenômeno POP cinematográfico atual, seja, talvez, o mais próximo que tivemos do que um dia foi a saga "Harry Potter". Mas, como a segunda e última aventura de Glinda e Elphaba teve diversos percalços narrativos, não entra no seleto rol de melhores do ano - exceto aqui, nas menções honrosas, por conta do já mencionado conjunto da obra. Principalmente por conta das novas canções originais compostas para esse novo volume, que são okay, vai, mas longe da exuberância POP daquelas primeiras...

Eddington (dir. Ari Aster, Universal Pictures) | Esse passou batido nos cinemas e chegou pouco tempo depois em streaming. Provavelmente, o grande público nem mesmo notou que esse filme sequer existe. É uma boa trama, tratando do período da pandemia em 2020 - o ano que não parece ter, de fato, acabado -, mas com foco em apenas uma pequena cidade do interior dos Estados Unidos, porém examinando os problemas de quem era negacionista e de quem preferia seguir orientações médicas ou governamentais. No centro disso, claro, uma disputa política e uma obsessão por controle de narrativa. Familiar? Pois é. Com um texto cada vez mais atual, não fica entre os melhores do ano por conta de sua lentidão em contar essa história, que até tinha capacidade de se tornar um valioso exemplar mas que se perde em algumas subtramas que poderiam ser reduzidas ou, simplesmente, extirpadas do roteiro, trazendo algum frescor. Vale a assistida - mais pela performance do vencedor do Oscar Joaquin Phoenix (totalmente esnobado nessa temporada de premiações) - mas com baixa expectativa. 

Foi Apenas Um Acidente (dir. Jafar Panahi, Imovision / MUBI) | Outro que se destacou em premiações mundo afora, entrega algo próximo da dinâmica teatral - mais especificamente aquele "teatro de protesto" dos anos 1970, com temas sociais relevantes e discussões que o público certamente levará para a mesa de bar após a apresentação. Porém, com todo o impacto que a trama apresenta, estaciona-se na discussão ética do caso - cabe a cidadãos torturados pelo governo se vingarem de outro cidadão que foi torturador no passado? -, com muitos rodeios em vez de soluções mais práticas em matéria de narrativa. Vale por conta do pesado tema sendo tratado, em alguns momentos, de forma leve - e até com algum humor - do que, necessariamente, como uma história a ser, de fato, aplaudida como "a" melhor do ano, como estão bradando por aí...

Bugonia (dir. Yorgos Lanthimos, Universal Pictures) | Com uma trama que mais parece uma peça de teatro - um cenário na maioria das cenas, diálogos afiados -, esse foi "o" filme "esquisitão" da temporada (mas quando foi que Lanthimos não entregou filmes assim?). A vencedora do Oscar Emma Stone (indicada, novamente, pela performance nessa produção) entrega, mais uma vez, uma performance digna de, pelo menos, indicação a prêmios - assim como Jesse Plemons (que emagreceu horrores para o papel - e ficou parecidíssimo com o saudoso Kurt Cobain, 1967-1994). O real problema é que o final é de uma obviedade que chega a doer. Mas não deixa de ser uma interessante experiência audiovisual - ainda que para poucos...

O Brutalista (dir, Brady Corbet, Universal Pictures) | Cercado de polêmicas - a principal foi a do uso de inteligência artificial pouco depois da maior greve em Hollywood que, dentre outras requisições, condenou o uso da tecnologia sem regulação -, o filme ganhou prêmios em alguns festivais mas não foi o fenômeno de crítica que se esperava. Principalmente por conta, justamente, de seu roteiro, acusado por nossa crítica, "Impressiona e emociona, mas merecia um roteiro melhor".

E essa foi nossa lista com os melhores roteiros do ano de 2025, que nos trouxe 365 dias de sofríveis produções cinematográficas e audiovisuais no geral. A Equipe Poltrona POP espera assistir coisas melhores no cinema e não (somente) no streaming.

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