Caroline Fioratti,

MEUS 15 ANOS | Filme com Larissa Manoela tem primeiro teaser divulgado!

Protagonista de “Meus 15 Anos”, longa-metragem baseado no livro homônimo da escritora Luiza Trigo,  a atriz Larissa Manoela estrela o primeiro teaser do filme.

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Bia (Larissa Manoela) é encantada por música
(Foto: Stella Carvalho / Divulgação)

A ficção dirigida por Caroline Fioratti aborda os conflitos na adolescência a partir da rotina de Bia (Larissa Manoela), personagem estudiosa, que mora com o amoroso pai (Rafael Infante), e se sente um pouco deslocada na escola. No material recém-revelado, a timidez da personagem é destacada em diferentes momentos, ao som de “Meu Pacto”, composição original de Fábio Goes feita especialmente para o filme.

O longa ainda reúne no elenco os jovens atores Daniel Botelho, Bruno Peixoto, Victor Meyniel, Clara Caldas, Bruna Tatar,  Heslaine Vieira, Polly Marinho, Rafael Awi, Pyong Lee e participação especial da cantora Anitta e da atriz Lorena Queiroz.

Com roteiro de Mirna Nogueira, Luiza Trigo e Clara Deák, distribuição Paris Filmes e Downtown Filmes, produção Paris Entretenimento e coprodução Televisa / SBT, "Meus 15 anos" tem estreia agendada para 22/06/2017 nos cinemas brasileiros.

Fonte: Paris Filmes (via press-release)

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Cara Delevingne,

VALERIAN E A CIDADE DOS MIL PLANETAS | Divulgado novo trailer do filme de Luc Besson!

"Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” acaba de ganhar um novo trailer. O vídeo foi divulgado após Luc Besson, diretor e roteirista do filme, ter anunciado o lançamento em sua conta nas redes sociais em 18/03/2017, dia de seu aniversário.

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Cartaz oficial (Divulgação)
Adaptação da história em quadrinhos “Valerian: O Agente Espaço-Temporal” - criada por Pierre Christin; Jean-Claude Mézières e Évelyne Tranlé -, o longa metragem conta a história de Valerian (Dane DeHaan) e Laureline (Cara Delevingne), agentes intergalácticos que são encarregados de manter a ordem em todos os territórios humanos. Sob a ordem do Ministro da Defesa, os dois embarcam juntos em uma missão para a surpreendente cidade de Alpha – uma metrópole em constante expansão, onde espécies de todo o universo dirigem-se para compartilhar conhecimento, inteligência e cultura um com os outros. Mas há um mistério no centro da cidade, uma força sombria que ameaça a existência pacífica da Cidade dos Mil Planetas. Valerian e Laureline devem correr para identificar a origem da ameaça e proteger não somente Alpha, mas o futuro de todo o universo.

A cantora Rihanna, Ethan Hawke, Clive Owen, John Goodman e Herbie Hancock também fazem parte do elenco.

Distribuído pela Diamond Films, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” estreia em 10/08/2017 nos cinemas brasileiros.

Fonte: Diamond Films (via press-release)

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Abbi Glines,

XVIII BIENAL DO LIVRO RIO | Confirmada a vinda de três autoras norte-americanas

Fenômenos de vendas no Brasil e no mundo, três escritoras norte-americanas já confirmaram presença na XVIII Bienal do Livro Rio, que acontece de 31/08 a 10/09/2017 no Riocentro (Barra da Tijuca / RJ). Duas delas foram escolhidas pelo público em enquete realizada na página oficial da Bienal do Livro Rio no Facebook: Abbi Glines e Gayle Forman, autoras de “Mais uma chance” e “Se eu ficar”, respectivamente (este último, ganhou uma adaptação para o cinema). A dupla tem diversos livros na lista de mais vendidos do The New York Times e outros grandes jornais americanos.

A terceira confirmada é a rainha do thriller policial Karin Slaughter, uma das escritoras mais populares e bem-sucedidas do mundo. Com mais de 35 milhões de exemplares vendidos e 15 romances publicados, em 36 idiomas, a autora é mestre em colocar o leitor na cena do crime. Em 2016, ela lançou "Flores Partidas", seu primeiro thriller psicológico.
Da esquerda para a direita: as escritoras Abbi Glines, Gayle Forman
e Karin Slaughter (Divulgação)

Promovido e organizado pela Fagga | GL events Exhibitions e realizado pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), a próxima edição da Bienal contará com dois nomes de peso da cultura brasileira. Rosane Svartman – premiada autora de livros, novelas, filmes e séries – será responsável pela curadoria das Atividades Jovem. Já as Atividades Infantis ficam a cargo de Daniela Chindler, autora de livros projetos de incentivo à leitura e à cultura no Brasil. Daniela retorna à Bienal, onde já foi curadora da programação infanto-juvenil em 1997 e 1999. O editor e historiador Rodrigo Lacerda continua na curadoria do Café Literário, espaço cultural mais tradicional do evento.

A Bienal do Livro Rio é o maior evento literário do Brasil – uma festa que aproxima escritores, editores, livreiros, professores, estudantes e leitores de todas as idades e perfis.

Fonte: Bienal do Livro (via press-release)

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Blumhouse,

CORRA! | Elogiado suspense já tem data de estreia no Brasil

Com mais de US$ 150 milhões arrecadados em todo o mundo, o suspense “Corra!” ('Get Out') - assinado pelo ator e diretor Jordan Peele - acaba de ser confirmado para estrear em circuito nacional em maio de 2017.

>>> Clique AQUI para assistir o trailer! 

Aclamado pela crítica especializada, o filme é um suspense envolvente e provocativo produzido pela Blumhouse - responsável pelo sucesso do recente “Fragmentado” - e Sean McKittrick (“Donnie Darko”).

A história acompanha um final de semana na vida de Chris (Daniel Kaluuya), um jovem afro-americano que visita a propriedade da família de sua namorada. A princípio, Chris vê o comportamento exageradamente hospitaleiro da família como uma tentativa desajeitada de lidar com a relação interracial da filha, mas, no decorrer do final de semana, uma série de descobertas perturbadoras o levam a uma verdade que ele nunca poderia imaginar.                        

“Corra!” é estrelado por Caleb Landry Jones, Stephen Root, Milton “Lil Rel” Howery, Betty Gabriel, Marcus Henderson e Lakeith Stanfield. A estreia nos cinemas está marcada para 18/05/2017.

Fonte: Universal Pictures (via press-release)

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Asa Butterfield,

CRÍTICA [CINEMA] | "O Espaço Entre Nós", por Marlo George


Não se engane, O Espaço Entre Nós, apesar do título original 'A Space Between Us', nada tem a ver com o famoso romance homônimo escrito por Thrity Umrigar em 2006. Trata-se de uma história original roteirizada por Allan Loeb, que co-escreveu a trama com Stewart Schill e Richard Barton Lewis.

A direção do filme ficou à cargo de Peter Chelson, famoso por filmes piegas como Hannah Montana: O Filme, Dança Comigo? e Escrito nas Estrelas. Novamente o diretor entrega ao público mais uma produção cafona, só que dessa vez plagiando um dos maiores sucessos do cinema de 2014. O Espaço Entre Nós nada mais é que uma cópia descarada, disfarçada de drama sci-fi, de A Culpa é das Estrelas.

Asa Butterfield vive um menino que nasceu em marte após uma inesperada tragédia. Como foi gerado em um ambiente muito diverso do terráqueo ele não pode vir viver em nosso planeta, pois isso poderia resultar em sua morte por falta de adaptação. Através de uma rede social, o garoto marciano entra em contato com uma garota do interior dos EUA e os dois desenvolvem uma amizade colorida.

Não vou contar mais para não dar spoilers, mas o que se sucede é muito previsível.


Trágico é o fato de que a trama romântica boboca compromete o belo trabalho de efeitos especiais, figurino e cenografia. Tudo que se relaciona ao núcleo espacial do filme é muito bem feito, mas o roteiro é tão imaturo e precário que o resultado é um filme muito ruim.

Gary Oldman e Carla Gugino, atores experientes, não conseguem aumentar o interesse no longa. Menos afetado que de costume, Oldman atua no modo automático, enquanto Gugino parece ser a atriz mais comprometida em tela. Bela como sempre, diga-se de passagem.

Butterfield protagoniza o filme com Britt Robertson. Astros dos ótimos A Invenção de Hugo Cabret, de 2011, e Tomorrowland: Um Lugar Onde Nada é Impossível , de 2015, respectivamente, nem de longe replicam as performances anteriores. O Espaço Entre Nós será, pra mim, sempre um ponto negativo em suas carreiras.


Marlo George assistiu, escreveu e já viveu em um planeta isolado quando o sinal da internet caiu.

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Crítica Cinema,

CRÍTICA [CINEMA] | "A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell", por Marlo George


Clássico dos animes ganha versão live-action à prova de polêmicas

Ghost in the Shell surgiu como um mangá (as famosas histórias em quadrinhos japonesas) pelas mãos e mente de Masamune Shirow. Publicada no Japão entre maio de 1989 e novembro de 1990, a série original, que teve ainda duas sequências lançadas nos anos 90, fez tanto sucesso que rompeu fronteiras e foi publicada por editoras mundo afora. A arte impressionante, dinâmica e icônica de Shirow, que até hoje influencia artistas tanto dos mangás quanto dos comics, é a grande responsável pelo sucesso da publicação, que ― como costumeiramente acontece na terra do sol nascente ― acabou sendo adaptada para o cinema, em uma animação assinada por Mamoro Oshii.

O filme animado de Oshii, exibido no Brasil com o título O Fantasma do Futuro, tinha uma trama densa, intimista e questionadora. Bem diferente das divertidas aventuras fanfarronas, divertidas e eróticas dos mangás. Oshii optou por uma abordagem com aplicabilidade mais psicológica. A androide Motoko Kusanagi, também conhecida como "Major", protagonista da história, aparecia no anime de 1995 muito mais preocupada em entender sua função e lugar no mundo do que sua versão nos quadrinhos.


Agora, em 2017, uma nova adaptação chega aos cinemas. Uma versão live-action, aguardada por fãs das obras de Shirow e Oshii, e também pelos ardorosos fãs da Marvel que à cada filme de ação protagonizado por Scarlett Johansson matam a vontade de ver o ainda não anunciado longa da Viúva Negra, sua personagem naquele Universo Cinematográfico. Trata-se de A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell, segundo longa dirigido por Rupert Sanders, responsável por Branca de Neve e o Caçador, de 2012.

A nova trama mescla elementos dos já citados mangá e animação, pois as piadinhas e erotismo do gibi estão representadas em pelo menos duas cenas do filme, e as questões asimovianas que a personagem principal levanta na animação também servem de fonte ao novo roteiro. Porém, trata-se de uma nova história e até mesmo as cenas que parecem ter relação com o mangá e o anime foram utilizadas com um argumento totalmente diferente.

Deixando de lado a nudez e o papo cabeça, o roteiro escrito por Jamie Moss, William Wheeler e Ehren Kruger evitou apelações e cenas de longos devaneios sobre a vida, o universo e tudo mais. Recheado de ação e de cenas eletrizantes, A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell é um filme dinâmico e muito fluído, daqueles que não cansa o expectador. Por outro lado, apesar de não ter deixado a trama inconsistente, essa opção de não abordar o drama psicológico da androide da maneira como deveria tornou o filme menos interessante.


Porém, A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell é repleto de referências e tem easter-eggs que deixarão os fãs delirando. Algumas cenas parecem ter sido simplesmente copiadas do anime. O trabalho de direção de arte bebeu diretamente da fonte de Shirow e é possível ver sua arte bem representada na telona. No terço final do longa aparece uma máquina gigantesca que parece ter sido arrancada de uma das ilustrações de Shirow Sensei e usada no filme, tamanha a preocupação da produção em manter no design o estilo do manga-ká.

Outro ponto positivo do filme é o trabalho cenográfico. O mundo concebido é incrível o suficiente para ser um personagem à parte. A região metropolitana, onde se situa o Setor 9, é imensa e surreal. Rico e exuberante, o centro da cidade, tecnológica ao extremo, exibe tudo que há de bom e ruim, de belo e feio em qualquer capital do mundo. Mas, como no mundo real, em volta da riqueza ficam os bairros pobres, enlameados e abandonados, mostrando que aquela sociedade que tanto se preocupa em avançar no que diz respeito ao aperfeiçoamento humano, pouco se lixa para como os humanos estão vivendo. Uma pena que esse aspecto daquele universo não foi explorado.


Um ponto negativo é a dublê virtual da Major que, apesar de estar parecidíssima com Scarlett Johansson, é fake demais (confira na foto acima). O trabalho é tão precário que é possível ver o momento em que a transição entre a personagem virtual e a atriz acontece. No restante, o trabalho de efeitos especiais é excelente.

A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell recebeu algumas críticas quando do anuncio de Scarlett Johansson como a protagonista do filme. Quem leu ou assistiu as produções anteriores sabem que a personagem principal é nipônica e isso acabou resultando em acusações de "americanização" da história. A trama resolveu isso de maneira bem inteligente e o filme acabou sendo "blindado", tornando infundadas qualquer argumentação nesse sentido.

Falando nela, Johansson, que vive a Major no filme, está belíssima e sensual. No quesito atuação a atriz entrega um trabalho na média, sem nada de especial. Seu parceiro de tela, o dinamarquês e desconhecido Pilou Asbæk, deu vida à Batou, um personagem importante no mundo de Ghost in the Shell. O rapaz é talentoso, mas o fato dele não estar usando sua prótese ocular desde o inicio do longa deve desagradar fãs mais radicais. Isso possivelmente foi exigência de seu agente para garantir tempo de tela pro ator com o rosto "limpo", aumentando a possibilidade dele ficar mais reconhecível pelo público à partir do filme.


O longa traz ainda Juliette Binoche, mais conhecida como a protagonista de A Liberdade é Azul, da Trilogia das Cores de Krzysztof Kieslowski, mas a grande estrela de A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell é Takeshi Kitano, que arrebentou com sua versão mais violenta de Aramaki, o mais velho funcionário do Setor 9. O ancião é responsável pela melhor frase do filme que dita pelo veterano ator ficou irada.

Com um visual ao melhor estilo de Luc Besson e ação à melhor explosão de Michael BayA Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell é imperdível para fãs e curiosos.




Marlo George assistiu e vem escrevendo no Poltrona Pop com aquela mão que se divide em dezenas de dedinhos minúsculos para dar conta do recado.

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Programa Poltrona Pop,

Ghost in the Shell e os filmes de anime | Poltrona Pop S05E06

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A Cabana,

CRÍTICA [CINEMA] | "A Cabana", por Kal J. Moon

Dirigido por Stuart Hazeldine e estrelado por Sam Worthington, Octavia Spencer, Alice Braga, Radha Mitchell e grande elenco, "A Cabana" ('The Shack') é baseado no homônimo livro best-seller escrito por William P. Young e debate o papel de Deus diante de problemas modernos.
Sarayu (Sumire Matsubara), "Papai" (Octavia Spencer), Mack (Sam Worthington)
e Jesus (Avraham Aviv Alush) presenciam algo incrível em "A Cabana" (Divulgação)

Simbolismos, parábolas e reflexões

Por duas vezes em minha vida, me recomendaram ler o livro "A Cabana". E o discurso era o mesmo: que eu ia ~"adorar" e que não era livro de auto-ajuda. Bem, não li o livro por puro preconceito, é verdade. Mas não ignoro a força que um fenômeno de vendas como esse exerce sobre a mídia e imaginei que, um dia, seria feito um filme. Este dia chegou e pude assistir o que de mais próximo uma adaptação dessa história possa chegar.

Na trama, Mack Phillips (Sam Worthington), um homem que viveu um drama pessoal com o desaparecimento de sua filha Missy, de seis anos. Enquanto Mack ainda se vê sem motivos para viver diante da fatalidade que abalou sua família, ele recebe uma misteriosa carta, que o convida a voltar à cabana onde sua filha foi encontrada morta. Nesta missão, Phillips se encontra com Papai (Octavia Spencer) e é surpreendido por revelações e ensinamentos que o ajudarão a superar esse trauma.

Que fique bem claro que nada tenho contra histórias desse sub-gênero literário. Mas o que me preocupa é a qualidade de filmes deste tipo sendo produzidos em larga escala. O roteiro de "A Cabana" é escrito por John Fusco (da recente série "Marco Polo") e os novatos Andrew Lanham e Destin Daniel Cretton. Nota-se que existe um problema de ritmo entre todos os acontecimentos da trama. Faltou estruturar melhor as personagens e seus dramas de forma um pouco mais crível. Até porque o crime que ocorre atinge toda uma família... Mas tudo bem. Talvez não seja bem isso que tenha de se prestar atenção num filme desse porte, afinal.
Mack (Worthington), Nan (Radha Mitchell) e sua família
pouco antes do desaparecimento da pequena Missy (Divulgação)

Daí, passamos à direção de Stuart Hazeldine. "A Cabana" é seu primeiro grande filme após alguns curtas e programas de TV. É nítida a inexperiência para adaptar uma história tão cultuada com o mínimo de dramaticidade e com uma visão para que a trama seja contada de forma decente na telona - porque quem curte cinema sabe que na tela grande tudo fica ~"maior que a vida" (principalmente os defeitos).

Então, verificamos o elenco. Octavia Spencer desempenha bem o papel de Deus com a personagem Elousia mas que prefere ser chamada de "Papai". Engraçada e terna num equilíbrio interessante entre comédia e drama, com cenas onde confessa gostar "especialmente" do músico Neil Young ou estar ouvindo música num aparelho celular... Ela divide o papel de Deus com Avraham Aviv Alush - um ator de ascendência palestina que vive Jesus -, Sumire Matsubara - uma atriz de feições orientais que vive Sarayu (ou "Sopro de Vida", uma alegoria para retratar o Espírito Santo) e Graham Greene - um ator canadense de traços indígenas que interpreta a versão masculina de Deus. Embora Spencer tenha maior tempo de exposição, Greene entrega uma interpretação interessante a partir do terceiro ato.

Já o elenco "humano" conta com uma atuação decente de Radha Mitchell no papel da mãe / esposa que precisa seguir em frente e cuidar de sua família após o desaparecimento de sua filha mais nova. Mas o destaque negativo de "A Cabana" é mesmo a falta de profundidade dramática do ator Sam Worthington. Curiosamente, o roteiro até entrega diversas situações para que ele pudesse desenvolver uma performance no mínimo convincente mas ele mais parece alguém muito mal escalado para o papel. Suas reações aparecem e desvanecem tão rápido que não tem como sentir o peso de cada problema de sua personagem. Fazendo um comparativo, Mark Wahlberg vive um drama parecido em "Um Olhar do Paraíso" e merecia o Oscar perto do que Worthington fez em "A Cabana".

(Para não ser injusto, existe uma cena, no terceiro ato, que sua reação é digna de emocionar. Mas ele não constrói uma atuação decente e se remonta muito rápido. Mas é provável que isso seja problema da direção canhestra e inepta de Hazeldine aliada à sua própria falta de amadurecimento dramático. Pena.)
Mack (Worthington) aprende a sovar pão com "Papai" (Spencer) e discute sobre a vida...
(Divulgação)
Outro destaque negativo vai para os (poucos) efeitos especiais apresentados. Algumas cenas soaram falsas demais, revelando o que foi feito em chroma-key e CGI - o que mostra que a produção não seja tão cara assim.

Independente de tudo o que foi dito sobre aspectos técnicos, o filme entretém em alguns momentos e emociona em alguns outros. Mesmo que o roteiro se perca em alguns debates que não se concluem e nem convencem por conta da polêmica envolvida - justamente na parte onde a brasileira Alice Braga interpreta a Sabedoria -, gera reflexão por conta das parábolas apresentadas.

Pode funcionar para fãs do livro - vi muitas pessoas chorarem aos borbotões na sala do cinema - e para pessoas que frequentam religiões advindas do cristianismo. Não devo ler o livro no fim das contas - não sou o público-alvo desse tipo de história. Portanto, se também não for sua 'praia', talvez não seja interessante assistir. Mas se quiser insistir, vá com expectativa baixa, ok? Tire suas próprias conclusões.


A mãe de Kal J. Moon é afro-americana e também chama Deus de "Papai". É mais comum do que se imagina...

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canal Cinemax,

GAME OF THRONES | Premiada série também será transmitida no canal Cinemax

Essa notícia vai agradar a quem sempre quis acompanhar mas não tinha acesso! Pela primeira vez num pacote básico de TV por assinatura no Brasil, o canal Cinemax apresenta a primeira temporada da série "Game of Thrones". A premiada produção original da HBO irá ao ar a partir do dia 28/03/2017, às 22 horas, com reprises aos sábados após a Sessão Máxima.

"Game of Thrones" é a série mais popular da história da HBO e quebrou o recorde como o programa que mais ganhou prêmios Emmy®, maior premiação da televisão americana. A série é um fenômeno de audiência, com fãs em todo o mundo. Nos EUA, a sexta temporada (2016) teve pico de 10 milhões de telespectadores. Um fenômeno que se estende às plataformas digitais, pois "Game of Thrones" é o líder de citações em redes sociais quando o assunto é entretenimento. Na quarta temporada, a série ultrapassou 250 milhões de usuários que postaram sobre o tema em suas redes sociais. No primeiro episódio da sexta, foram mais de 40.000 menções, somente no Brasil.

Na estreia, agora no canal Cinemax, haverá uma programação especial: "Game of Thrones" será exibido no idioma original com legendas e terá apenas um corte publicitário, exclusivamente dedicado aos patrocinadores; algo inédito para um canal comercial.

E ainda, ao final de cada episódio, o telespectador será convidado a acessar o canal do Cinemax Brasil no YouTube para conhecer os segredos por trás das câmeras da série. Ao todo foram produzidos 10 vídeos com diversos conteúdos inéditos.  

Fonte: HBO Latin America (via press-release)

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Asa Butterfield,

O ESPAÇO ENTRE NÓS | Divulgada nova cena do filme com Asa Butterfield

A distribuidora Diamond Films acaba de liberar uma cena do filme "O Espaço Entre Nós", dirigido por Peter Chelsom. Nela, o jovem Gardner (Asa Butterfield, foto), tenta convencer Tulsa (Britt Robertson, foto), de que ele realmente nasceu e foi criado no planeta Marte. O longa-metragem estreia em 30/03/2017 nos cinemas brasileiros.

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Na trama, durante uma missão no espaço, uma astronauta morre ao dar à luz ao primeiro ser humano nascido em Marte, mas sem nunca contar quem era o pai do bebê. Começa assim a extraordinária vida de Gardner Elliot (Butterfield), garoto que é secretamente criado no Planeta Vermelho. Enquanto procura por pistas sobre seu pai na Terra, o jovem começa uma amizade secreta com uma garota adotiva chamada Tulsa (Robertson), que vive nos Estados Unidos. Ansioso para experimentar na própria pele tudo aquilo sobre o que só podia ler ou ouvir em Marte, ele arquiteta um plano para atravessar o sistema solar e se encontrar com a adolescente. Juntos, o casal tenta desvendar as misteriosas circunstâncias que cercam o nascimento e a vida de Gardner e tentam descobrir qual é o verdadeiro lugar dele no universo.

O filme também é estrelado por Gary Oldman, Carla Gugino, BD Wong e Janet Montgomery.

Fonte: Diamond Films (va press-release)

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As Canções da Minha Vida,

AS CANÇÕES DA MINHA VIDA | Geraldo Azevedo canta Gonzagão em novo episódio

Grande nome da MPB, o cantor Geraldo Azevedo (foto) é a atração do episódio inédito de “As Canções da Minha Vida” - série exclusiva do canal Curta! -, na Segunda da Música, em 27/03/2017, às 23h30. O cantor, compositor e violinista conta como a música sempre esteve presente na sua vida, porém, nunca foi um objetivo profissional.

Geraldo canta "Dia Branco" e "Caravana" - de sua autoria -, "ABC do Sertão" - de Luiz Gonzaga -, "Torturas de Amor" - de Waldick Soriano - e "Eu Não Existo Sem Você" - de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, gravada por João Gilberto, uma forte influência na sua formação. "Me sinto muito lisonjeado de ter sido escolhido por ela, a música, para ser um seu missionário. A música me deixou sem escolha! É a música que me rege", conta o cantor.

Com 13 episódios, a série “As Canções da Minha Vida” traça um panorama sobre as canções que marcaram e influenciaram o repertório de importantes nomes da música brasileira. Produzida pela Raccord Produções, a série tem direção e roteiro de Bruno Levinson.

Fonte: Canal Curta! (via press-release)

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Amy Adams,

[LISTAS PP] | Liga da Justiça - O que você NÃO VIU no novo trailer?

O novo trailer do aguardado filme "Liga da Justiça" já está no ar, curiosamente disponibilizado no aniversário de um ano do lançamento de "Batman V Superman - A Origem da Justiça", também dirigido por Zack Snyder.

As reações nas redes sociais foram bem positivas às cenas de ação e as muitas piadas distribuídas no trailer mas muitos não perceberam algumas pistas bem importantes sobre o que virá no primeiro filme da mais famosa super-equipe da DC Comics. Acompanhe o que a Equipe Poltrona POP descobriu:



1) Bruce Wayne descobre onde está Aquaman -
 No começo do trailer, vemos Bruce Wayne (Ben Affleck) chegar a uma estação marítima - possivelmente pesqueira - numa região gelada do planeta.

As cenas seguintes ainda que muito rapidamente, mostram que Aquaman (Jason Momoa) SALVA Bruce de algum acidente no mar, coloca-o sobre a mesa e ainda pede para colocar a bebida na conta de Bruce!

(Será que Aquaman sabe QUEM é Bruce Wayne - por isso, sugere que pode pagar a conta pelo salvamento?)

2) Informações sobre Cyborg - Em outra cena, vemos que a caixa materna com parte da tecnologia vinda de Apokolips - lar do vilão Darkseid - está na casa do pai de Cyborg (que é atacado por um dos lacaios do vilão).

A caixa materna está ao lado dos troféus do rapaz - que joga futebol numa universidade em GOTHAM (repare na bandeirola em cima dos seus pertences e em outra cena, mais adiante, onde ele aparece de uniforme de rugby e a sigla da universidade - GCU = Gotham City University - ao fundo).

Possivelmente, ESSE será o motivo de se juntar à Liga da Justiça: saber o paradeiro do pai (ou se vingar, caso seu pai tenha morrido) e descobrir o que de fato tem na caixa materna, uma vez que ele aparece em outra cena carregando-a como se estivesse fugindo...

3) Onde o Flash se esconde? - A cena onde Bruce Wayne (Affleck) encontra Barry Allen (Ezra Miller) aparece com algumas novas informações.

Dá para ver que o local é um galpão abandonado, com alguns itens eletrônicos que parecem ter sido recuperados de algum depósito de lixo, brechó ou até um parque de diversões (repare no fundo da cena que tem um daqueles brinquedos onde se mede a força de alguém com uma marreta ou um soco - a palavra "strength" - "força" em inglês - aparece na parte superior do display). Será que o Flash trabalha num parque de diversões? Será que é o parque que aparece em "A Piada Mortal"?

4) Aquaman é mais poderoso do que se imagina: Mais adiante, vemos uma cena que é entrecortada com várias outras, onde Aquaman (Momoa) usa seu tridente para carregar energeticamente os braceletes da Mulher-Maravilha (Gal Gadot), para que ela possa, através do atrito com seu próprio escudo, causar uma reação - possivelmente uma explosão.

Mas o que essas armas têm a ver uma com a outra? Será que o tridente do Aquaman vem, na verdade, de Themyscera - lar das amazonas onde Diana nasceu e foi criada? Será que essas armas são de natureza mística?

5) Do que Flash está se desviando? - Após uma grande explosão, Flash aparece correndo e se desviando de raios - ou tiros.

Parece-se muito com uma cena do final de uma das temporadas da série animada "Liga da Justiça Sem Limites", onde o personagem precisou dar a volta no Planeta Terra correndo para pegar impulso suficiente e atingir potentes socos em Brainiac. Como aparecem diversas cenas com o mesmo ângulo do personagem correndo, pode ser que ele faça o mesmo no filme.

6) Lois Lane dá as caras - Num rápido relance, vemos Lois Lane (Amy Adams) se voltar para algo que passa em alta velocidade por ela - e vem do alto, uma vez que ela olha para cima. Seria um sinal da volta de Superman? Será que ela está em Gotham?

Talvez sim, talvez não. Uma vez que o último kryptoniano morreu ao fim da violenta batalha em "Batman V Superman", é possível que haja apenas algumas pistas para a volta do personagem...

7) Qual é a da Mera? - Após uma cena onde Aquaman enfrenta as lágrimas de todos os haters (ha!), vemos Mera (Amber Heard), que possivelmente será interesse romântico dele. Seu traje está bem próximo - visualmente falando - do que a personagem veste na versão "Novos 52" dos gibis da DC Comics.

Mas sua aparição mais lembra de que está controlando os oceanos para ajudar Aquaman, criando um maremoto talvez...? Ou será que ela tem intenções maléficas?

8) Quem Barry Allen visita na prisão? - A cena posterior mostra rapidamente Barry Allen (Miller) falando com um senhor na prisão. Seria seu pai? O que ele teria feito para estar na prisão? Seria um ex-capanga de algum vilão, como... Coringa?

O pior que é bem possível que não veremos essa resposta no filme, uma vez que Flash terá sua própria origem contada em seu próprio filme. Mas é provável que isso fará parte da índole do personagem, que deve ser orientado a fazer o bem para ficar longe do mau exemplo do pai...

9) Rastro de fogo no gelo - Na cena seguinte, vemos que "alguém" deixou rastros de fogo no chão gelado.

É provável que seja o Flash, claro, como uma continuação das cenas onde ele se desvia de raios para não ser atingido - ou ele tá se movimentando tão rápido que não dá pra vê-lo, como acontece em outras cenas. Ao fundo, dá pra ver algumas naves que possivelmente pertencem ao vilão do filme...

10) O Ataque das Amazonas - Isso deveria ser "A" grande surpresa do filme mas acabou sendo colocada no trailer. Ao que parece, Mulher-Maravilha (Gadot) consegue convencer as amazonas a ajudar a Liga no combate aos inimigos. Elas estão armadas com espadas e lanças contra canhões lasers. Portanto, sabemos que muitas devem morrer...

E é no mesmo local - e com as mesmas naves - onde Flash está correndo, o que nos faz pensar que essa cena se dará no final do filme.

11) Batmóvel contra para-demônios - Bem, Batman não iria enfrentar os para-demônios sozinho. Ele está com o Batmóvel ainda mais equipado com muitos canhões e metralhadoras.


E, para "melhorar", o Batmóvel anda de ré em alta velocidade - ok, nem é tão rápido assim mas é mais rápido que um carro comum...

12) ONDE estão nossos heróis? - A cena seguinte tem Aquaman, Mulher-Maravilha e Flash em formação de batalha enquanto Diana convoca: "Vamos?".

Mas olhe o cenário. As paredes lembram MUITO as partes internas da nave que Superman mantinha no ártico e que aparece também em 'Batman V Superman", com uma clara inspiração nas ilustrações do saudoso H.R. Giger - criador do design de criaturas horripilantes do cinema como Alien, dentre outras. Será que o vilão do filme tem algo a ver com os kryptonianos? Será que é ali que Superman está?!

13) James Gordon dá as caras - A segunda aparição do ator J.K. Simmons como o Comissário Gordon lembra BASTANTE as versões de histórias em quadrinhos clássicas como às desenhadas por David Mazzuchelli em "Batman - Ano Um" e Tim Sale em "Batman - O Longo Dia das Bruxas".

Agora, resta saber se Simmons terá tempo de tela suficiente para que esqueçamos o ótimo trabalho de Gary Oldman na trilogia dirigida por Christopher Nolan. E é interessante ver Gordon falar sobre trabalho em equipe. Ele pode estar falando sobre o Robin que foi morto pelo Coringa - o mais provável - como também pode estar falando deles dois, uma vez que parece que não se veem há um bom tempo. A resposta de Batman pode ser uma referência à mudança de atores interpretando o personagem como alguma dica de que ele não ficará na equipe por muito tempo... Também vemos que Batman utilizará, pelo menos, três trajes diferentes durante este filme.

14) O traje do Aquaman - Podemos ver, na mesma cena, mais alguns detalhes do traje do Aquaman, bem parecido com algumas fases do herói, uma espécie de mistura de vários conceitos num só.

A interação entre Batman e Aquaman lembra BASTANTE - e isso irritou - os diálogos entre Starlord e Drax no filme "Guardiões da Galáxia", onde o personagem não sabe que está sendo engraçado por falta de traquejo social. É esperar pra ver se isso vai funcionar pois existem diversas piadas assim entre os dois no trailer.

Mas ficou bem interessante ver os dois se ajudando durante as lutas, no team-up mais improvável entre personagens da DC Comics - em cena que lembrou o "arremesso especial" de Wolverine e Colossus nos gibis dos X-men (mas que soou estranha, como se Aquaman estivesse pedindo permissão ao Batman para atacar).

15) Liga da Justiça versão rock? - Mesmo que muitas pessoas possam ter pensado que a trilha incidental do primeiro trailer do filme "Liga da Justiça" tenha sido algo criado especialmente para as telonas, na verdade trata-se da introdução da canção "Icky Thump" da banda The White Stripes. E não é de se estranhar que a introdução de "Hardest Button to Button" - da mesma banda - esteja neste segundo trailer, uma vez que é uma das canções mais famosas de Jack White e cia. Porém, o trailer se encerra com "Come Together", dos Beatles, talvez para tentar agradar os mais velhos. Resta saber quem canta a cover dessa clássica canção rock...

Bem, está aí algumas coisas bem interessantes que descobrimos no trailer. Fiquem atentos pois a qualquer momento mostraremos ainda mais detalhes...

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Trailer

LIGA DA JUSTIÇA | Assista o novo trailer AGORA!

Assista no player abaixo o novo trailer de Liga da Justiça, novo filme do diretor Zack Snyder, com os maiores heróis da DC Comics. No elenco: Ben Affleck, Gal Gadot, Jason Momoa, Henry Cavill, Ezra Miller, Ray Fisher, Amy Adams, Ciarán Hinds, Jesse Eisenberg, Amber Heard, Connie Nielsen, J.K. Simmons, Jeremy Irons, Willem Dafoe, entre outros. Os vídeos foram disponibilizados no Youtube através do canal Nosferahcorps.

Sinopse: Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes - Batman, Mulher-Maraviha, Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) -, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.






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Liga da Justiça,

LIGA DA JUSTIÇA | Assista os novos teasers legendados

Veja abaixo os teasers legendados de Liga da Justiça, novo filme do diretor Zack Snyder, com os maiores heróis da DC Comics. No elenco: Ben Affleck, Gal Gadot, Jason Momoa, Henry Cavill, Ezra Miller, Ray Fisher, Amy Adams, Ciarán Hinds, Jesse Eisenberg, Amber Heard, Connie Nielsen, J.K. Simmons, Jeremy Irons, Willem Dafoe, entre outros. Os vídeos foram disponibilizados no Youtube através do canal Nosferahcorps.

Sinopse: Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes - Batman, Mulher-Maraviha, Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) -, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.

Confira:





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Programa Poltrona Pop,

Um monte de coisas!!!! | Poltrona Pop S05E05

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Brando Pacitto,

SOBRE VIAGENS E AMORES | Novo filme de Gabrielle Muccino será exibido no Brasil

Sobre Viagens e Amores”, filme mais recente do respeitado diretor italiano Gabriele Muccino, estreia no Brasil em 04/05/2017. O filme conta a história de Marco & Maria, dois jovens adolescentes de Roma que viajam juntos nas férias a São Francisco, nos Estados Unidos, onde se hospedam na casa do casal homossexual Matt & Paul, vivendo um verão inesquecível.
Matilda Lutz, Brando Pacitto, Joseph Haro e Taylor Frey
embarcam numa viagem de descobertas (Divulgação)

Muccino ficou mais conhecido do público com “O Último Beijo” (2001). Com o sucesso mundial deste filme, o diretor teve a chance de trabalhar em Hollywood, onde dirigiu “À Procura da Felicidade” (2006), “Sete Vidas” (2008) - ambos protagonizados pelo astro Will Smith - e “Pais e Filhas” (2015), com Russell Crowe e Amanda Seyfried.

Sobre Viagens e Amores” marca sua volta ao cinema italiano na direção de longas. “É um filme independente, sem as responsabilidades de grandes orçamentos, que fala sobre escolhas importantes e vitais como aquelas que surgem durante o final do ensino médio”, explica o diretor. “Queria falar sobre uma viagem de verão; um momento que traz grandes mudanças e o fechamento de um ciclo. É um período de novos encontros, de descobertas inesperadas e de novos amores, também traz novos afetos e cria desentendimentos. É um momento que leva às lágrimas e traz ternura, algo que precisamos e que sempre esperamos”, complementa.

O filme é protagonizado por um quarteto de jovens atores, com destaque para Matilda Lutz (do recente “O Chamado 3”), Brando Pacitto e os atores norte-americanos Joseph Haro (“Glee”) e Taylor Frey (“Gossip Girl”).

Destaque também para a trilha sonora original, composta pelo astro da música pop italiana Lorenzo Jovanotti Cherubini, premiada no Festival de Veneza 2016.

Sobre Viagens e Amores” é uma produção italiana e as filmagens aconteceram em Roma, São Francisco, Nova Orleans e Cuba. No Brasil, o filme será distribuído pela Lança Filmes.

Fonte: Lança Filmes (via press-release)

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HBO,

SILICON VALLEY | Quarta temporada da série de comédia geek estreia em abril!

O canal pago HBO anuncia a estreia da quarta temporada da série original "Silicon Valley" no dia 23/04/2017, às 23h, simultaneamente com os Estados Unidos. Nos três primeiros domingos de abril de 2017, a HBO exibirá maratonas de todas as temporadas anteriores.  A primeira temporada completa irá ao ar no dia 02/04/2017, a segunda será exibida no dia 09/04/2017 e a terceira, no dia 16/04/2017.

Situações inesperadas e bizarras com um tom de realidade fazem de "Silicon Valley" uma das séries favoritas dos fãs, acumulando indicações para o Emmy® e para o Globo de Ouro® desde sua estreia, em 2014. A série conta os contratempos e as conquistas de seis jovens que criam uma start-up, a Pied Piper, no hub mundial de todas as tecnologias, o Vale do Silício, na Califórnia. 

Paralelamente ao lançamento de ideias, à tentativa de evitar a espionagem corporativa e à busca de financiamento, a série mostra a administração dos egos e a competitividade entre os peculiares e excêntricos fundadores da empresa, tudo com uma visão divertida e bem-humorada do mundo da inovação e da tecnologia.

Criada por Mike Judge, John Altshuler e Dave Krinsky, "Silicon Valley" é estrelada por Thomas Middleditch, T.J. Miller, Zach Woods, Kumail Nanjiani, Martin Starr, Josh Brener, Amanda Crew, Matt Ross, Suzanne Cryer e Jimmy O. Yang.

Mike Judge, Alec Berg, Michael Rotenberg e Tom Lassally são os produtores executivos.

Fonte: HBO (via press-release)

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Anya Taylor-Joy,

CRÍTICA [CINEMA] | "Fragmentado", por Kal J. Moon

Produzido, escrito e dirigido por M. Night Shyamalan, "Fragmentado" ('Split') é o novo suspense do diretor, estrelado por James McAvoy, Anya Taylor-Joy, Betty Buckley e grande elenco numa história que traz uma grande questão: Qual o limite da mente humana?
Kevin (James McAvoy) tem múltiplas personalidades
- e isso não é nada bom (Divulgação)

Exagero da verdade
Shyamalan parou de tentar reinventar a roda. Ponto. É a conclusão a que o espectador chegará após assistir "Fragmentado". O roteirista e diretor que teve um elogiado início de carreira com o suspense "O Sexto Sentido" (1999) - seu terceiro filme, indicado a seis Oscars -, seguiu na contramão do esquema de Hollywood e entregou "Corpo Fechado", talvez seu filme mais intimista, hoje considerado cult pois, na época de seu lançamento - lá no distante ano de 2000 - dividiu opiniões entre crítica e público.

De lá para cá, após sete experiências no cinema - e muitos motivos de chacota -, algumas interessantes mas outras de gosto duvidoso, Shyamalan aprendeu a se adaptar ao mercado. Nem sempre a história que se quer contar é aquela que tem que ser contada naquele momento. E "Fragmentado" é, talvez, a maior prova disso.

Na trama, um homem - cuja mente consegue se dividir em 23 personalidades - sequestra três jovens moças adolescentes. Enquanto o crime não é descoberto, consulta-se com uma psiquiatra que estuda seu incomum caso de múltiplas personalidades. Sem grandes mistérios ou reviravoltas surpreendentes, simples assim. Um suspense bem construído em que o espectador só precisa aguardar para ver como as personagens vão se livrar dessa enrascada.
Casey (Anya Taylor-Joy) tenta dialogar com Hedwig (McAvoy),
personalidade de Kevin que pensa ser um menino de onze anos de idade
(Divulgação)
(Em tempo: não assista os trailers, entrevistas, nem mesmo leia o cartaz nacional pois, sabe-se lá porque, cada peça promocional do filme está cheio de potenciais spoilers sobre a história e isso certamente prejudicará sua experiência ao assistir o filme, ok?)

Mas sabe o que torna esse filme tão especial? É um roteiro bem escrito, com fortes momentos de tensão que não fica devendo em nada para os grandes filmes do diretor. Ainda debate de forma inteligente sobre temas tão diversos como abuso, bullying, preconceito, além de uma certeira crítica sobre religiosidade e fanatismo.

Temos também grandes interpretações que ajudam a embarcar no claustrofóbico clima da trama. Destaque óbvio para James McAvoy que - mesmo com alguns poucos momentos onde sua interpretação beirou a caricatura - construiu sua personagem decentemente. É bem interessante ver cada mudança de personalidade, como quem muda uma estação de rádio ou zapeia nos canais de TV... Já a veterana Betty Buckley - que já esteve em "Fim dos Tempos", dirigido por Shyamalan em 2008 - entrega uma performance crível da psiquiatra obcecada pelo curioso caso de seu paciente. Mas quem rouba todas as cenas do filme, desde o impressionante início, é mesmo a jovem Anya Taylor-Joy - que já havia chamado a atenção em "A Bruxa". Sua personagem ganha contornos reais, mostrando problemas reais e, mesmo que absurdos mesmo nos dias de hoje, ainda completamente viáveis dentro da trama estabelecida. Joy entrega uma perturbação até maior - e melhor resolvida - que a da personagem de McAvoy, se pararmos para analisar.
Dra. Karen (Betty Buckley) tenta entender o peculiar distúrbio de Kevin (McAvoy)
mas pode entrar numa tremenda enrascada... (Divulgação)
Merece destaque também a direção de fotografia de Mike Gioulakis - do recente "Corrente do Mal" - que homenageia clássicos do terror e suspense como "Alien" e "Poltergeist" porém com identidade própria e ângulos ousados para contar esta história peculiar. A trilha sonora conduzida por West Dylan Thordson - de "Joy: O Nome do Sucesso" - traz aquela atmosfera de desesperança tão própria dos dias atuais.

Mas, infelizmente, o filme tem um pequeno problema - nada que vá afetar a experiência do espectador mas que vale ser mencionado. A trama segue todo um clima de realidade até o fim de seu segundo ato para entregar algo ~"fantástico" a partir do início do terceiro ato. Ok, isso é aceitável por conta das antecipações mostradas durante a trama. Mas é algo tão fantástico, mas TÃO fantástico - e entregue de forma tão abrupta - que somente a última cena do filme explica realmente porque temos este elemento tão díspar na trama. Mesmo que a carreira do diretor seja recheada de filmes que contam histórias que mergulham na fantasia em determinado ponto, a transição não foi feita de forma correta. O problema é que essa explicação tem TOTAL ligação com a trama de "Corpo Fechado" - dadas as devidas comparações, equivale à cena pós-crédito do primeiro filme do Homem de Ferro. Isso se não contarmos com algumas decisões altamente questionáveis de alguns personagens.

"Mas quem não viu esse filme vai conseguir entender a história, Kal?"
, pode você perguntar. Talvez, sim. Basta imaginar que Shyamalan fez uma história que se passa no mesmo universo de "Corpo Fechado" - e até no mesmo universo de "O Sexto Sentido", uma vez que dá pra ver alguns locais que foram usados como cenário naquele celebrado filme. Na "pior" das hipóteses, saia do cinema e assista "Corpo Fechado" em casa, ok?

Mesmo que não seja um filme perfeito em todos os sentidos, já dá para comemorar que Shyamalan voltou à velha forma, entregando um trabalho competente e que dá gosto de ver. "Fragmentado" abrange um público bem maior que a maioria dos filmes criados por Shyamalan, podendo ser o caminho de retomada para que este diretor traga mais e melhores filmes daqui por diante. Quem ama bons filmes de suspense, está na torcida. Que venha logo a aguardada continuação de "Corpo Fechado" -  e que Hollywood não estrague tudo no fim das contas.


Kal J. Moon chorou ao final de "Fragmentado". Foi como reencontrar um velho amigo que o ajudou em tempos difíceis...

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Contardo Calligaris,

PSI | Terceira temporada da série brasileira já tem data de estreia

Estreia em 09/04/2017, no canal pago HBO, a terceira temporada da produção original brasileira "Psi", indicada ao Emmy® Internacional na categoria de Melhor Série em 2015. Todo domingo, às 21h, o canal exibirá um episódio inédito com as novas aventuras e casos acompanhados pelo psiquiatra Carlo Antonini (Emílio de Mello - foto -, indicado ao Emmy® Internacional na categoria de Melhor Ator), como o de uma paciente que quer cometer suicídio assistido e de outra que se converteu ao Islamismo.

Criada por Contardo Calligaris - também roteirista e diretor-geral -, a série segue um formato diferente das temporadas anteriores, sendo agora composta por cinco histórias, divididas em 10 episódios.

Na primeira história, o psiquiatra Carlo Antonini sente dificuldade em aceitar o desejo de uma jovem com uma doença terminal: cometer um suicídio assistido. No segundo caso da trama, o psiquiatra irá aceitar o pedido de uma paciente acumuladora que precisa lidar com a iminente morte da mãe. Ele acabará descobrindo um segredo familiar guardado há muito tempo, capaz de mudar a relação de sua paciente com o passado.

A dificuldade em aceitar as escolhas de suas pacientes permanece na terceira história. Carlo não sabe como lidar com a conversão ao islamismo de uma adolescente que se trata com ele. Ainda que ele tenha encorajado a garota a viver o que deseja, ele não se conforma com a possibilidade desse desejo se manifestar por meio de uma conversão religiosa.

O quarto caso apresenta um paciente que traz para o consultório a possibilidade de ter sido o autor de um crime do qual não é capaz de se lembrar com clareza. Essa dúvida faz com que Carlo se lance em uma investigação para descobrir se o seu paciente é ou não culpado pela morte de um homem.

Por fim, na quinta história, o psiquiatra irá se internar em uma clínica de reabilitação junto a sua futura nora, depois de vê-la tendo um surto psicótico. Sua tarefa será ajudá-la a integrar o destino dos seus antepassados judeus à própria história - tarefa quase impossível (não só para ela).

Fonte: HBO (via press-release)

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Cosplay,

GEEK & GAME RIO FESTIVAL | Inscrições para concurso de cosplay começa em abril de 2017

Cosplayers invadirão o Rio de Janeiro em abril de 2017. A arte de interpretar personagens será um dos destaques do Geek & Game Rio Festival, megaevento de games e cultura pop que acontece entre os dias 21 e 23/04/2017, no Riocentro. Durante três dias, centenas de jovens caracterizados desfilarão pelo evento e poderão participar de um concurso que premiará o vencedor com uma Scooter 0km.

O 'Cosplay Awards' selecionará o competidor que melhor representar o seu personagem de quadrinhos, games, filmes, desenhos, séries, entre outros. Os interessados devem ser maiores de 18 anos e poderão se inscrever de 3 a 14/04/2017, no site oficial do evento.

Serão selecionados 80 participantes, que passarão por seletivas nos dois primeiros dias de evento, onde serão eleitos os cinco melhores cosplayers de cada dia para disputar a grande final. Os dez finalistas se apresentarão em 23/04/2017 às 18h no 'Palco Cosplay'.

Além dos competidores, o evento contará com centenas de visitantes de todas as idades exibindo seus Cosplays dos mais variados tipos, que poderão participar de desfiles livres durante todos os dias de evento. Os pequenos geeks também terão a chance de apresentar suas vestimentas durante o 'Desfile Infantil'.

Os ingressos para o Geek & Game Rio Festival já estão à venda e podem ser adquiridos no site oficial do evento ou em algum dos postos de venda autorizados.

Fonte: Geek & Game Rio Festival (via press-release)

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heavy metal,

RAMMSTEIN | Concerto em Paris será exibido nos cinemas brasileiros!

HELL YEAH!!! Depois de reunir 20 mil pessoas para a Madison Square Garden, em Nova York, em apenas 20 minutos, a banda alemã de heavy metal que é sucesso no mundo todo está prestes a chegar ao Brasil!

>>> Clique AQUI para assistir o trailer do show!


Em parceria com a Picturehouse Entertainment, o CinEvento traz para os cinemas da rede UCI o show “Rammstein: Paris”, que será exibido nas telonas apenas no dia 30/03/2017, em oito cidades brasileiras. No Rio de Janeiro, o filme será exibido somente no UCI New York City Center (localizado na Avenida das América 5000, Barra da Tijuca / RJ).

Filmado em Paris Bercy, o concerto ganhou direção de Jonas Åkerlund. O sueco adotou uma interpretação criativa e levou o evento cinematográfico a um nível totalmente novo, capturando a adrenalina e grandeza de Rammstein ao vivo, da forma que a banda sempre mereceu.

Filmes-concertos são sempre um grande desafio”, diz o diretor Jonas Åkerlund. “Eu os comparo a fogos de artifício. Minha abordagem foi tentar traduzir para o filme a energia que você sente ao vivo, usando todos os truques possíveis para maximizar a impressão de que você está na plateiaFilmamos duas noites no Bercy Arena em Paris e tínhamos 30 câmeras, para obter 60 ângulos diferentes, além de gravarmos um ensaio geral para closes. Isso gera uma quantidade enorme de imagens. Este é um show de 2h20m e eu editei a filmagem com a mesma precisão que eu teria em um clipe de 3-4 minutos. Mesmo com uma grande equipe de editores, levou mais de um ano para terminarmos a edição. E olhando agora, vejo que essa é a força deste projeto. Ela dá vida ao show e mostra quem é a banda Rammstein”, completa.

Fonte: UCI New York City Center (via press-release)

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Antonio Carlos Lemos,

SOCIAL COMICS | Heroína carioca já tem terceira edição do gibi online

Após receber indicação de prêmio de Melhor Roteiro da Academia Brasileira de Histórias em Quadrinhos (ABRAHQ), a poderosa e sensual super-heroína Imperatriz está de volta em mais eletrizante aventura na plataforma de quadrinhos digitais Social Comics - onde também podem ser acessadas as edições anteriores.

>>> Clique AQUI para ler! 
Capa da terceira edição de "Imperatriz"
(Arte: Zilson Costa / Divulgação)

Na trama, Imperatriz atua agora como integrante do super-grupo Esquadrão Delta e enfrenta a ameaça da organização criminosa R.E.D.E. no covil do próprio inimigo. Mas as coisas não saem como o esperado e pode ser que os heróis não salvem o dia ou mesmo a própria pele.

Esta é a terceira edição disponibilizada na plataforma Social Comics - onde vem sendo publicada desde setembro de 2016. "Venho trabalhando para manter ao máximo uma regularidade na publicação das edições. Não é fácil para um autor independente publicar seus quadrinhos, principalmente quando você precisa trabalhar e resta apenas o tempo livre para descansar, estar com a família, se divertir e fazer as hagaquês", diz Antonio Carlos Lemos, criador da personagem, que além de roteirizar as histórias, supervisiona os processos de desenho, coloração e é responsável pelo letreiramento, diagramação e edição.
Página da terceira edição de "Imperatriz"
(Roteiro de Antonio Carlos Lemos e arte de Sullivan Suad / Divulgação)

Nesta nova aventura, a arte fica por conta do maranhense Sullivan Suad, que já fez diversos trabalhos no Brasil e pro exterior. Esta edição tem todo o trabalho de cores do baiano Geraldo Filho. A arte da capa é novamente obra do também maranhense Zilson Costa.

O terceiro volume de Imperatriz também conta com prefácio do quadrinista João Carpalhau, editor do coletivo Capa Comics - grupo baseado em Duque de Caxias (RJ).

Para saber mais sobre a super-heroína Imperatriz, acesse a fanpage oficial.

Fonte: Revista Imperatriz (via press-release)

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Caio Castro,

CRÍTICA [CINEMA] | "Travessia", por Kal J. Moon

Dirigido por João Gabriel e estrelado por Caio Castro, Chico Diaz, Camilla Camargo e Cyra Coentro, "Travessia" mostra duas vidas e paralelo diante de problemas pontuais do Brasil de hoje.
Camilla Camargo e Caio Castro: romance complicado em "Travessia"
(Divulgação)

Desfocada sociedade moderna
Luto. Drogas. Incompatibilidade de gênios."Travessia" mostra como a vida de pai e filho é destruída por conta dos conflitos criados por fatores como dinheiro, individualidade e o frequente desejo por identidade, mesmo que alguns sacrifícios precisem ser realizados.

Na trama, constantes desentendimentos levaram Roberto (Chico Diaz) a se distanciar de Júlio (Caio Castro), seu único filho - que está envolvido com tráfico de drogas sintéticas. Ambos buscam novos caminhos, movidos por seus desejos, mas um acidente inusitado pode fazer com que se unam novamente. O acidente acaba aproximando Roberto da enfermeira Leila (Cyra Coentro).
Cyra Coentro e Chico Diaz: romance vindo do acaso
(Divulgação)
Uma frequente reclamação sobre o cinema feito no Brasil é justamente quando se analisa a proposta de cada filme. E torce-se o nariz para aqueles que desejam fazer algo mais sofisticado em termos de roteiro, fotografia, interpretação, direção... "Quem pensam que são?!", "Isso não fica nem uma semana em cartaz!", "Não dá para apresentar algo na linha de Truffault para quem está acostumado com Hassum!", dentre outras inverdades. A realidade pode mesmo apontar que o trinômio "comédia-biografia-realidade-urbana" tem resultado comercial agradável e bem sucedido. Mas existe, claro, espaço para todo mundo. Mas, talvez, o mercado do cinema brasileiro não seja mais sustentado por quem curte filmes com roteiros mais sutis e menos explícitos em suas propostas.

E sutileza é justamente o caso do roteiro escrito por Paulo Tiago dos Santos (Pati), Maria Carolina e do próprio diretor João Gabriel - que teve modificações feitas por Aleksei Habib. Essa sutileza para contar essa história dificulta sua compreensão quando parece que não está acontecendo nada de tão importante assim para que justifique a exibição.

Mesmo que tudo esteja bem localizado, Caio Castro esforçado que só para dar veracidade à sua personagem, Chico Diaz criando contornos críveis para cada reviravolta que lhe é imposto e mesmo com os romances criados às personagens femininas em cena não serem nada além de distração - destaque à interpretação precisa de Cyra Coentro, cuja verossimilhança faz com que o público acredite que a atriz talvez seja realmente enfermeira na vida real -, a trama aposta na sutileza mas falha ao tentar entregar sua verdadeira intenção.
Destaque à bela direção de fotografia de Pedro Sotero
(Divulgação)
Ok, são vidas destruídas que se complementam num círculo vicioso mas que pouco ou nada tem em comum além da destruição que paira a seu redor. O problema é o que não é contado. Não se sabe o que de fato aconteceu à mãe do filho (Castro) para que odiasse tanto o pai (Diaz). Seria apenas rebeldia de jovem que deseja controle onde não vai ter? Não existe resposta para isso. Nem para o final aberto, deixando o espectador a se perguntar o que aconteceu depois da última cena exibida.

Salva a bela direção de fotografia de Pedro Sotero (do ótimo "Aquarius"), que capta toda a perturbação e inconstância dessa diferente realidade de Salvador a que os espectadores estão acostumados - fazendo isso de forma angulosa e cromática, com excelentes resultados. Pena que a edição deixa a desejar, com uma montagem que não conversa entre si em todas as cenas.

Diverso em si só, não é um filme ruim. Faz pensar em todos os problemas atuais e por que as soluções talvez não estejam na tela do cinema.


Kal J. Moon acha que só mesmo em Salvador um barco faria menção a Jesus e dendê na mesma frase.

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